sábado, 21 de outubro de 2017

ESPLENDOR COM AUDIODESCRIÇÃO NA MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA

Esplendor” (ou "Hikari", no original) é uma lufada de delicadeza numa safra de filmes pesados. Não que a diretora japonesa Naomi Kawase aborde aqui um

tema leve, muito pelo contrário. Mas o resultado é uma obra sensível sobre a perda da visão e o sentido do próprio cinema que será exibida com audiodescrição

para o público cego.

Esplendor - cartaz do filme

Em Esplendor, Misako (Ayame Misake) é uma jovem que faz audiodescrição: seu ofício consiste em narrar cenas de filmes para que eles possam ser desfrutados

por espectadores cegos. A missão é intrincada: como traduzir a emoção de uma obra que depende dos olhos para ser plenamente fruída?

Ela topa com o taciturno Masaya (Masatoshi Nagase), fotógrafo talentoso que cai em desgraça porque aos poucos está perdendo a visão. Ele se comporta como

um implacável julgador do trabalho de Misako. A trama de Esplendor se constrói a partir da improvável relação entre os dois, num filme que explora os signos

da perda da luz, como provam as cenas de pôr do sol.

A diretora japonesa conta que teve a ideia de filmar Esplendor quando topou com o material de audiodescrição de um de seus longas anteriores e indagou

como seria o trabalho de quem narra filmes para espectadores cegos. Para um cineasta, que sempre se debruça sobre a interpretação das imagens, a questão

é um tanto mais aguda.

"Sempre me pergunto como elevar a imaginação de quem assiste sem explicar demais ou de menos", diz a diretora a um pequeno grupo de jornalistas que incluiu

a Folha, durante o último Festival de Cannes, em maio.

Naomi Kawase ("O Segredo das Águas", "Floresta dos Lamentos") é a diretora dos sentidos e de como eles embalam os afetos: em seu filme anterior, "Sabor

da Vida" (2015), o paladar despertava o apetite para uma história sobre o gerente de uma padaria e uma idosa que era um ás na cozinha.

Em Esplendor, com o qual a diretora competiu no Festival de Cannes neste ano, a visão (ou a perda dela) abre espaço para uma indagação sobre a natureza

do cinema. E deixa a dúvida: não seria o dilema de Misako, dividida entre a descrição objetiva e a sugestão do que as imagens evocam, o dilema da própria

atividade do cineasta?

Esplendor

Duração: 101 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Naomi Kawase
Com: Masatoshi Nagase, Ayame Misaki e Tatsuya Fuji
Sala Reserva Cultural: Av. Paulista, 900 – Bela Vista – São Paulo
19, 20, 22 e 31 de outubro

Fonte: Folha de São Paulo

Pastorais da Arquidiocese de São Paulo promovem a inclusão no universo da Igreja Católica

Na Paróquia São Francisco de Assis, a Santa Missa do dia 22, contará com Libras e audiodescrição. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria da Pessoa

com Deficiência
O Projeto Igreja Acessível (PIA), desde 2006, promovido pelas pastorais das pessoas com deficiência e dos surdos da Arquidiocese de São Paulo fornece
formação sobre acessibilidade comunicacional e incentiva a produção de livros de editorias católicas, peças audiovisuais e sites em formatos acessíveis.

Assim, pessoas com deficiência visual e auditiva podem compreender tudo que acontece em missas, batizados e catequeses.

Para promover a ação, no próximo domingo, 22, o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, o colegiado do Conselho Municipal da Pessoa

com Deficiência (CMPD) e demais autoridades participarão da missa na Paróquia São Francisco de Assis que contará com interpretação de Libras e Audiodescrição.

“A liberdade religiosa é um direito de todos e, no caso das pessoas com deficiência, para que ele seja exercido plenamente, as tecnologias assistivas são

elementos imprescindíveis”, ressalta o secretário.

Convite para a missa acessível na Paróquia São Francisco de Assis, na zona sul da cidade

Esse trabalho em prol da inclusão é realizado em parceria pelas pastorais das pessoas com deficiência e dos surdos da Arquidiocese de São Paulo. Juntas,

elas levam recursos de acessibilidade comunicacional, como tradução para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e audiodescrição para igrejas da capital

paulista.

Mais de 30 voluntários já foram capacitados para atuar como audiodescritores por meio de um trabalho iniciado pelas duas pastorais na região Episcopal

do Ipiranga, zona sul da cidade. Além disso, um curso de Introdução à Língua Brasileira de Sinais foi realizado entre março e junho deste ano, com cerca

de 20 membros da comunidade paroquial.

Na Paróquia São Francisco de Assis, todos os domingos, das 9h às 11h, Marta Pimentel e Wagner Serafim, ambos surdos, realizam a catequese bilíngue, com

tradução para LIBRAS. Meia hora depois, a Santa Missa tem recursos de audiodescrição e também é traduzida para as pessoas surdas por Mariana Oliveira e

outros intérpretes voluntários. Em torno de 50 pessoas surdas frequentam a igreja.

Serviço: Projeto Igreja Acessível (PIA) – Santa Missa
Data: 22 de outubro (domingo)
Horário: 11h30
Local: Paróquia São Francisco de Assis
Endereço: Rua Borges Lagoa, 1209 – A, Vila Clementino, São Paulo
fonte s m p e d

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Feira voltada à pessoa com deficiência começa no dia 21 de outubro

A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) participa de mais uma edição da Feira Rehafair, entre os dias 19 e 21 de outubro. O evento é direcionado

ao segmento da pessoa com deficiência. Profissionais da SMPED farão um seminário gratuito e aberto ao público, que abordará legislação e inclusão no mercado

de trabalho.

Uma das palestrantes do evento será a secretária adjunta municipal da Pessoa com Deficiência, Marinalva Cruz, que falará sobre inclusão econômica da pessoa

com deficiência na cidade de São Paulo. Atuante na área de empregabilidade há mais de 15 anos, a secretária acredita que debates sobre o tema são essenciais

para quebrar o preconceito: “Atualmente existem no país 45 milhões de pessoas com deficiência, ou seja, uma grande parcela da população do Brasil que precisa

ser incluída e ser observada como potenciais econômicos. Muitas vezes as barreiras que enfrentam são os pré-conceitos de empresas e a falta de informação”,

comenta Marinalva.

Entre os destaques da feira, está a aula do procurador cego do município de São Paulo, Felipe Soares de Souza, sobre a Lei Brasileira de Inclusão. As técnicas

da SMPED Paula Ferrari, Carolina Santos e Myrna Mello comentarão sobre atendimento a pessoas com deficiência.

A edição de 2017 da Feira Internacional de Tecnologias Assistivas, Empregabilidade e Esporte Adaptados – Rehafair acontece de 19 a 21 de outubro, no Pavilhão

de Exposições do Anhembi.

Sobre a Rehafair

O evento é direcionado para o mundo das pessoas com deficiência, tendo a expectativa de gerar mais de R$ 380 milhões em negócios, durante a feira e nos

próximos seis meses. A feira de negócios terá mais de 330 marcas de 80 expositores, ligados em acessibilidade, reabilitação e inclusão. Além dos expositores,

mais cinco espaços realizam uma programação de palestras e atividade divididas nas temáticas: Empregasim (Simpósio de Empregabilidade para Pessoas com

Deficiência), Inovatech (Seminário das Inovações para Tecnologias Assistivas), Mobitech (Seminário de Mobilidade e Acessibilidade), RehaShow (Seminário

Técnico dos Expositores para compartilharem suas experiências, knowhow, tecnologia e inovação) e área de Test-Drive de Automóveis Adaptados.
A estimativa é que a feira tenha um público superior a 10 mil visitantes.

SERVIÇO
Seminário com Profissionais da SMPED na REHAFAIR - Feira Internacional de Tecnologias Assistivas, Empregabilidade e Esporte Adaptados
Data 21 de outubro de 2017
Local: Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1209, São Paulo
Horário: das 9h às 13h l
www.rehafair.com.br
Informações: 11 2730-0522/www.rehafair.com.br

Projeto leva pessoas com deficiência visual para pedalar

O Projeto Pedaleiros retorna ao Rio de Janeiro com duas etapas e leva pessoas com deficiência visual para pedalar em na Praça Mauá, no sábado, dia 21,

e em Niterói (local a definir), no sábado, dia 28 de outubro.

A iniciativa tem sempre participação gratuita e dura quatro horas, das 10h às 14h. Não é necessário fazer inscrição prévia.

Conheça o projeto

O Pedaleiros começou em dezembro de 2015 e já realizou nove etapas levando mais de 1.200 pessoas com deficiência visual para pedalar em diferentes lugares

do Rio de Janeiro. De Copacabana a Nova Iguaçu, de Madureira à Lagoa Rodrigo de Freitas. Já estão programadas outras quatro na capital fluminense, ainda

em 2017, para levar essa experiência a um maior número de pessoas.

Sem fins lucrativos, Pedaleiros tem base em uma das principais dificuldades das pessoas com deficiência visual: a mobilidade. Pensando na atenção que é

preciso dar à saúde dessas pessoas, o projeto coloca todos em convívio social e oferece um momento único de liberdade.

Pedaleiros Guias capacitados usam bicicletas no formato tandem – é como uma bike, mas que pode ser conduzida por mais de uma pessoa – para fazer o passeio

com as pessoas com deficiência visual enquanto descrevem todo o percurso. Pessoas sem deficiência visual também podem desfrutar da sensação, fazendo o

passeio vendadas.

Fonte:
Catraca Livre Site externo

Grand Prix de Judô para Cegos encerra ano vitorioso em Porto Alegre

O Ginásio Tesourinha, em Porto Alegre, será palco da última etapa do Grand Prix Infraero de Judô Para Cegos 2017. A competição acontecerá neste sábado,

21, e receberá delegações de 17 estados, além do Distrito Federal, com a previsão de mais de 250 atletas participantes no principal evento da modalidade

no país.

Na edição do ano passado, em Belém, o Cesec-SP foi a associação campeã no quadro geral de medalhas numa disputa acirrada contra a Ceibc-RJ. Os paulistas

levaram quatro ouros, três pratas e dois bronzes, enquanto os cariocas ficaram com o mesmo número de medalhas douradas, não tiveram nenhum vice e ficaram

com um terceiro lugar a mais.

Equipe da casa, a Acergs-RS fez bonito em 2016 e ficou em quarto lugar. Os gaúchos terão a torcida a favor para alçar voos mais altos e contam com a jovem

Luiza Oliano, convocada frequentemente para a Seleção Brasileira. A peso ligeiro, inclusive, conquistou a quinta colocação no Campeonato Mundial de 2014

e este ano garantiu o terceiro lugar no Campeonato das Américas.

O Grand Prix Infraero de Judô Para Cegos encerra um ano especial para o Brasil. Foram duas competições internacionais e 21 medalhas conquistas, no Campeonato

das Américas IBSA, em São Paulo, e na Copa do Mundo IBSA, no Uzbequistão. E entre os destaques do ano está Wilians Araújo. O paraibano, radicado no Rio

de Janeiro, espera fechar 2017 com chave de ouro no evento em Porto Alegre.

“Quero lutar bem para conquistar mais um título brasileiro, já que venho desde 2010 dominando o peso pesado no Brasil. Então, a minha expectativa é a melhor.

Dar o meu máximo e sair com a medalha de ouro para encerrar este ano maravilhoso que tive. Conquistei medalhas em todas as competições internacionais que

participei”, projetou o vice-campeão dos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Serviço
Grand Prix Infraero de Judô Para Cegos - Etapa Final
Local de competição: Ginásio Tesourinha
Endereço: Av. Erico Veríssimo, s/n - Menino Deus - Porto Alegre/RS
Horário
8h30 - Abertura
9h - Início da competição
16h30 - Finais
18h – Premiação

Com informações da Confederação Brasileira de Desportos para Deficientes Visuais (CBDV)

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

SOBRE RAÍZES & FLORES, UM CANCIONEIRO ENCANTADO, COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS NO ITAÚ CULTURAL

Fotografia colorida de Eduardo Agualuz apoiado numa ampla janela de uma casa de madeira avermelhada, descascada e pichada. Eduardo olha para fora pensativo,

com rosto apoiado na mão. Ele é um homem moreno, de cabelos castanhos escuros curtos, bigodes e cavanhaque. Veste camisa e lenço xadrez. Uma toalha branca

de renda está estendida na beira da janela quase arrastando no chão de terra batida, onde está um violão. Um chapéu panamá branco está pendurado na moldura

da janela à esquerda e algumas fitinhas coloridas estão presas em varetas à direita.
O Fim de Semana em Família apresenta o espetáculo SOBRE RAIZES & FLORES, UM CANCIONEIRO ENCANTADO, com Eduardo Agualuz, inspirado em um universo fantástico

e de matriz brejeira do interior da Bahia, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.

Data: 21 de outubro (sábado) e 22 de outubro (domingo).
Horário: 16:00 horas.
Duração: 60 minutos.
Local: Itaú Cultural, Sala Multiuso (piso 2)
Endereço:
Av. Paulista, 149

Bela Vista, São Paulo, SP.
(próximo ao Metrô Brigadeiro).
Entrada gratuita (70 lugares) – distribuição de ingressos a partir das 14:00 horas.
Classificação: livre.
Confirme seu interesse com:
marina@vercompalavras.com.br.

Chegue cedo para garantir seu convite.

Sobre o espetáculo: Sobre Raízes & Flores, um Cancioneiro Encantado é uma apresentação de legado familiar, numa narrativa de raízes populares, sobre cantos

de roda, contos de diversas regiões do Brasil, e rica apresentação gestual, ornamentada por cenografia e elementos que se enraizaram na identidade e nas

bases culturais do Brasil. O projeto musical é dividido em três conjuntos de oralidade interpretada ao violão pelo folclorista, pesquisador e brincante

Eduardo Agualuz.

Descrição da foto: Fotografia colorida de Eduardo Agualuz apoiado numa ampla janela de uma casa de madeira avermelhada, descascada e pichada. Eduardo olha

para fora pensativo, com rosto apoiado na mão. Ele é um homem moreno, de cabelos castanhos escuros curtos, bigodes e cavanhaque. Veste camisa e lenço xadrez.

Uma toalha branca de renda está estendida na beira da janela quase arrastando no chão de terra batida, onde está um violão. Um chapéu panamá branco está

pendurado na moldura da janela à esquerda e algumas fitinhas coloridas estão presas em varetas à direita.

POR:
VERCOMPALAVRAS

Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual: reabilitação para um novo olhar

Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual: reabilitação para um novo olhar

Ação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo atende pessoas com deficiência visual com o que há de mais moderno em

tecnologia para locomoção e mobilidade. Até outubro de 2017 foram realizados 2.400 atendimentos

MATÉRIA DO MÊS – OUTUBRO 2017*

Independência, autonomia e pertencimento, três importantes palavras para a vida das pessoas com deficiência, em especial para as pessoas com deficiência

visual, que somam cerca de 7,3 milhões no Estado de São Paulo, de acordo com dados do Censo IBGE 2010, entre deficiência visual leve, moderada, severa

e cegueira total.

Avaliação de garoto com deficiência visual no CTI Humaitá

Para atender a essa população, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo inaugurou, em 2014, o Centro de Tecnologia e

Inovação para Pessoas com Deficiência Visual, no bairro Jardim Humaitá, capital paulista. Em quase 3.000 metros quadrados realiza o processo de habilitação

ou reabilitação por meio de trabalho interdisciplinar, agregando inovação tecnológica em todos os processos para promoção da qualidade de vida da pessoa

com deficiência visual, seja cegueira ou baixa visão.

São atendidas no local pessoas com deficiência leve, moderada ou severa, baixa visão ou cegueira total, com encaminhamento prévio de oftalmologista. Até

outubro de 2017, o número total de atendimentos alcançou 2.400.

Na cerimônia de inauguração do espaço, a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, destacou que o serviço

de reabilitação representa um avanço para a inclusão das pessoas com deficiência visual. "Nós queremos mostrar para todos que passem neste espaço, para

todos os moradores da região o direito de sentir e viver a vida a partir da deficiência visual”.

Dra. Linamara Rizzo Battistella, na inauguração do CTI, em 2014.

Segundo a Secretária, a ideia é irradiar em um mesmo espaço elegância, tecnologias e acima de tudo apresentar à população com deficiência visual do Estado

de São Paulo um espaço generoso de conhecimento para mostrar à sociedade que é preciso fortalecer a diversidade humana e garantir os direitos de todos

os cidadãos. “Garantir os direitos significa ter acesso amplo a área da saúde, formação profissional, educação de qualidade e tecnologias para a inclusão

social", destacou.

O Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual é coordenado pela médica e doutora em Oftalmologia, Maria Aparecida Onuki Haddad,

também conhecida como Dra. Bia. “Contamos com um centro de reabilitação completo na área oftalmológica, concebido para pessoas com deficiência visual,

associada ou não a outras deficiências, ofertando serviços para a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas em todas as faixas de idade”, destaca.

O serviço presta avaliação, atendimento e acompanhamento às pessoas com deficiência visual por meio de programas de prevenção, tecnologia da informação

e comunicação. “A pessoa apresenta relatório oftalmológico com os dados da deficiência e com isso os profissionais de Assistência Social fazem entrevista

preliminar e encaminham ao atendimento multidisciplinar”, explica.

A equipe multidisciplinar conta com oftalmologista, psicólogo, assistente social, educador físico e terapeuta ocupacional, os quais, de forma articulada,

atuam na reabilitação da pessoa com deficiência visual em várias frentes.

Equipe Multidisciplinar do CTI jardim Humaitá liderada pela médica Dra. Bia (extrema direita)

Dra. Bia destaca as atividades que o Centro disponibiliza aos atendidos. “Atendemos desde o momento do nascimento, com um trabalho de intervenção precoce

sobre a alteração visual, além de programas de orientação e mobilidade e para a autonomia e independência, inclusão no mercado de trabalho, artes e oficinas”,

completa. O espaço conta também com apoio à educação e ações culturais, recreativas e de lazer, além de centro de estudo e pesquisa.

Importante salientar que o Centro de Tecnologia e Inovação não é um espaço clínico e não faz dispensação de óculos, por exemplo. “O Centro é um espaço

de reabilitação, de convivência, onde as pessoas com deficiência visual podem trabalhar sua independência e autonomia por meio de atividades diversas e

reaprendem (ou aprendem) novas formas de ver o mundo.
Segundo Dra. Bia, “além de checar o diagnóstico, a oftalmologista faz o estudo das outras funções visuais e a partir disso é possível entender como a pessoa

está enxergando. Essa informação permite definir o processo de reabilitação”.

O Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual atende a todas as faixas etárias, observando as solicitações específicas de cada

faixa de idade, além das características individuais. Por exemplo, os bebês cegos ou com baixa visão necessitam de intervenção para promoção de seu desenvolvimento

global; os escolares necessitam da adaptação de matérias, adequação do ambiente escolar, orientação para uso de recursos especiais para leitura de livros,

para escrita e para ver o conteúdo da matéria disponibilizada na lousa.

Locomoção e mobilidade são aprendidas sob um novo prisma por quem perdeu a visão

TECNOLOGIA PARA REABILITAÇÃO PLENA

Vai longe o tempo em que a bengala era a única ajuda técnica com que os cegos podiam contar. Além da bengala, atualmente há o desenvolvimento de outros

recursos eletrônicos que podem fornecer informações de obstáculos e localização e também o cão-guia. No entanto, o essencial é que a pessoa com deficiência

visual seja avaliada por profissionais de Orientação e Mobilidade e, quando necessário, saiba fazer uso da bengala longa, também conhecida como bengala

branca, e de técnicas de proteção para sua segurança.

Os recursos tecnológicos voltados às pessoas com deficiência visual incluem: recursos ópticos especiais para baixa visão, como lupas manuais e de apoio;

óculos com lentes esféricas e esferoprismáticas (maior conforto para visão de perto) e sistemas telescópicos. Também há lentes filtrantes especiais nos

casos de piora da resposta visual sob determinadas condições ambientais de luminosidade; recursos eletrônicos de ampliação da imagem e de tela, com alta

resolução; recursos audíveis, scanners especiais para leitura; máquinas Braille, linhas Braille e impressoras Braille de última geração, além de uso de

aplicativos acessíveis em smartphones e tablets.

O processo de reabilitação visual depende do acometimento visual, que pode se configurar como deficiência visual leve, moderada, grave ou cegueira, e também

das dificuldades funcionais sobre atividades diárias e dos objetivos pessoais do usuário. O plano de trabalho é personalizado - individual e construído

pela pessoa com deficiência visual junto aos profissionais especializados, que atuam como facilitadores do processo de reabilitação.

REAPRENDENDO A CRIAR

Moacyr Rocha Lima tem 81 anos e passou boa parte de sua vida trabalhando como serralheiro. Devido a uma doença na retina, ficou com baixa visão e teve

que mudar sua rotina. “Fiquei com baixa visão por causa do glaucoma que foi piorando com a idade”, explica. A reabilitação que vem fazendo no Centro de

Tecnologia e Inovação, o auxilia para as atividades diárias. “O Centro me ajuda muito, até com a bengala pois tinha dificuldade de andar pela rua, trombava

bastante nas pessoas. A bengala é a minha guia. Nem parece que esse local é do Governo”, afirma.

Moacyr Lima, 81, aprendeu a ressignificar sua criatividade com peças em argila

Hoje, Moacyr deixou de lado as serras, perigosas para seus dedos, mas não perdeu a criatividade na produção de peças. Nas aulas de artes, Moacyr começou

a produzir itens feitos com argila e sua habilidade na criação das peças surpreendeu a equipe. Além das atividades artísticas que marcaram a vida de Moacyr

e o fizeram retornar às atividades manuais, outro destaque do Centro fica por conta das atividades de vida autônoma, que visam devolver, de forma gradual,

e desenvolver hábitos diários importantes para a independência de cada um. Para essa atividade, o espaço disponibiliza ambientes distintos similares a

uma casa, reabilitando os atendidos para se adequarem às atividades rotineiras.

A fisioterapeuta e coordenadora técnica do Centro, Sonia Mitico Fucasse Gondo, explica que a ideia é fazer com que o ambiente doméstico se torne mais seguro

para as pessoas com deficiência visual. “Esse espaço é muito importante, pois orienta a pessoa em como lidar com as atividades rotineiras. Além dos itens

básicos, ainda apresentamos estratégias e instrumentos que facilitam a autonomia e os tornam independentes dentro de casa”, destaca.

A equipe do Centro de Tecnologia e Inovação conta com 26 pessoas, sendo 13 técnicos, 11 da área administrativa e duas pessoas jurídicas. Em breve, uma

van gratuita estará disponível na estação Domingos de Moraes da Linha 8-Diamante da CPTM, para levar os atendidos até o Centro.

SERVIÇO
Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual
Endereço: Rua Galileo Emendabili, 99 – Jardim Humaitá – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3641-8722

*Redação e Fotos: Assessoria de Comunicação Institucional – Simone Nieves, Natasha Torres e Thiago Alves. Revisão e Edição Final: Maria Isabel da Silva

– Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Governo do Estado de São Paulo. Contato:
comunic@sedpcd.sp.gov.br

ITAÚ CULTURAL APRESENTA O SOLO DA BAILARINA GORDA, PESO BRUTO, COM AUDIODESCRIÇÃO

Fotografia colorida de Jussara Belchior, debruçada sobre um banquinho de plástico branco com as mãos apoiadas no chão, no canto esquerdo de uma sala com

paredes pretas e chão de madeira clara. Jussara é uma dançarina de pele clara, gorda, de cabelos ruivos jogados para frente. Usa vestido de couro preto

curto e justo, e botas de cano curto.
PESO BRUTO é uma montagem solo da bailarina gorda Jussara Belchior, o espetáculo tem a proposta de questionar o estranhamento do corpo gordo na dança,

uma forma de resistência que contesta os padrões de beleza e comportamento na tensão entre formato e embalagem, aparência e conteúdo. Na dança, que dialoga

entre peso, sensualidade, desejo, apetite e beleza, Jussara explora a materialidade do próprio corpo como caminho de empoderamento. A performance acontece

nos dias 20, 21, 22, 27, 28 e 29 de outubro – sendo que as sessões dos dias 21 e 28 contam com audiodescrição.

Datas das apresentações com audiodescrição: 21 de outubro (sábado) e 28 de outubro (sábado).
Horário: 20:00 horas.
Duração: 40 minutos.
Local: Itaú Cultural – Piso -2
Endereço:
Av. Paulista, 149

Bela Vista, São Paulo, SP.
(próximo ao Metrô Brigadeiro).
Entrada gratuita (100 lugares) – distribuição de ingressos a partir das 18:00 horas (público preferencial).
Classificação: 16 anos.
Confirme seu interesse com:
marina@vercompalavras.com.br.

Chegue cedo para garantir seu convite.

Descrição da foto: Fotografia colorida de Jussara Belchior, debruçada sobre um banquinho de plástico branco com as mãos apoiadas no chão, no canto esquerdo

de uma sala com paredes pretas e chão de madeira clara. Jussara é uma bailarina de pele clara, gorda, de cabelos ruivos jogados para frente. Usa vestido

de couro preto curto e justo, e botas de cano curto.

POR:
VERCOMPALAVRAS

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Homem é preso em flagrante após atear fogo em colchão onde dormia deficiente visual

Vizinhos foram até o local e conseguiram apagar as chamas. Caso ocorreu no bairro Barra Funda, em Piquerobi.
Por G1 Presidente Prudente
Um homem que não teve a idade divulgada foi preso em flagrante após colocar fogo em um colchão, onde dormia uma deficiente visual, na madrugada desta segunda-feira

(16), no bairro Barra Funda, em
Piquerobi.
De acordo com as informações da Polícia Militar, a mulher, de 41 anos, não teve ferimentos.

Por volta da 0h25, vizinhos ouviram os gritos da vítima, foram até o local e conseguiram apagar o fogo. Uma das testemunhas viu o suspeito saindo da residência

onde o caso ocorreu, segundo a polícia.

A PM foi acionada e localizou o homem ainda perto da casa. Com ele, foram encontrados uma caixa de fósforo e papel. Os policiais o encaminharam para o

plantão da Polícia Civil, em Presidente Venceslau, foi ratificada a prisão em flagrante, conforme a corporação.

O suspeito permaneceu à disposição da Justiça e a perícia foi acionada para comparecer ao local.
 fonte  g1

Brasil: Hospital das Clínicas realiza mutirão gratuito para prevenir cegueira

O Serviço de Oftalmologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco realiza, neste sábado, das 8h às 14h, mais uma edição do Mutirão

de Prevenção à Cegueira com exames oftalmológicos gratuitos. A ação é aberta a qualquer pessoa acima de 40 anos, momento em que risco de incidência do

glaucoma aumenta.

Serão realizados exames de pressão de olho (tonometria) e fundo de olho (fundoscopia ou oftalmoscopia), além da biomicroscopia, com o objetivo de detectar

enfermidades como catarata, glaucoma e retinopatia diabética.

A ação é aberta a qualquer pessoa acima de 40 anos, momento em que risco de incidência do glaucoma aumenta. “Em idades mais avançadas, aparecem a catarata

e a degeneração macular. Nos pacientes portadores de diabetes, o exame do fundo de olho é sempre da maior importância”, conclui.

Fonte:
www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2017/10/16/interna...

Outubro Rosa: Mulheres com deficiência passam por exame de mamografia em equipamento acessível

Mulheres em cadeira de rodas passarão por exame de mamografia no próximo sábado, dia 21 de outubro, em equipamento acessível no Hospital Municipal do Campo

Limpo. Com o apoio do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo (CMPD/SP), dezenas de mulheres foram cadastradas para realizarem os exames.

A campanha se estende também a cuidadoras de pessoas com deficiência e o transporte será feito pelo serviço Atende com vans adaptadas.

Essas mulheres necessitam que o equipamento de mamografia seja acessível. Por isso, uma ação especial foi preparada pelas Secretarias Municipais da Pessoa

com Deficiência e de Saúde da Prefeitura de São Paulo para garantir a realização dos exames e o acompanhamento pelo Sistema Único de Saúde.

A campanha está em sua terceira edição e conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia – SBM.

O artigo 18 da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) assegura “atenção integral à saúde da pessoa com deficiência em todos os níveis de complexidade, por intermédio

do SUS, garantido acesso universal e igualitário”. O secretário municipal da Pessoa com Deficiência alerta que, na prática, isso não acontece “Faltam,

por exemplo, mamógrafos adaptados para atender às mulheres cadeirantes e profissionais capacitados para se comunicar em Libras”, ressalta Cid Torquato.

Sobre o Outubro Rosa

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente,

a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários estados

tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e/ou mamografia no mês de outubro, posteriormente, com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro

se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A primeira iniciativa vista no Brasil foi em 2002, com a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o

Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo.

O movimento Outubro Rosa alerta às mulheres para o risco do câncer de mama e a importância dos exames de rotina para a detecção precoce da doença. O câncer

de mama é o tipo que mais atinge as mulheres no Brasil e exige cuidados. A previsão do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que ocorram cerca de 58

mil novos casos no biênio 2016-2017. A chance de cura é de 90% quando o diagnóstico é precoce.

SERVIÇO: Realização de exames de mamografias em mulheres com deficiência e cuidadoras
Data: 21 e 28 de outubro
HOutubro Rosa: Mulheres com deficiência passam por exame de mamografia em equipamento acessívelorário: 8h às 16h30
Local: Hospital Municipal do Campo Limpo
Endereço: Estrada de Itapecerica da Serra, 1661 - Campo Limpo

Por Monica Mantecón
E-mail:
mmmeira@prefeitura.sp.gov.br

REHAFAIR começa no dia 19 de outubro

O evento acontece no Anhembi, em São Paulo, e conta com estande da Secretaria da Pessoa com Deficiência
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) participa de mais uma edição da Feira Rehafair, entre os dias 19 e 21 de outubro. O evento é direcionado

ao segmento da pessoa com deficiência.

Profissionais da SMPED farão um seminário gratuito e aberto ao público, que abordará legislação e inclusão no mercado de trabalho.

Uma das palestrantes do evento será a secretária adjunta municipal da Pessoa com Deficiência, Marinalva Cruz, que falará sobre inclusão econômica da pessoa

com deficiência na cidade de São Paulo. Atuante na área de empregabilidade há mais de 15 anos, a secretária acredita que debates sobre o tema são essenciais

para quebrar o preconceito: “Atualmente existem no país 45 milhões de pessoas com deficiência, ou seja, uma grande parcela da população do Brasil que precisa

ser incluída e ser observada como potenciais econômicos. Muitas vezes as barreiras que enfrentam são os pré-conceitos de empresas e a falta de informação”,

comenta Marinalva.

Entre os destaques da feira, está a aula do procurador cego do município de São Paulo, Felipe Soares de Souza, sobre a Lei Brasileira de Inclusão. As técnicas

da SMPED Paula Ferrari, Carolina Santos e Myrna Mello comentarão sobre atendimento a pessoas com deficiência.

A edição de 2017 da Feira Internacional de Tecnologias Assistivas, Empregabilidade e Esporte Adaptados – Rehafair acontece de 19 a 21 de outubro, no Pavilhão

de Exposições do Anhembi.

A estimativa é que a feira tenha um público superior a 10 mil visitantes.

O quê: Seminário com Profissionais da SMPED na REHAFAIR – Feira Internacional de Tecnologias Assistivas, Empregabilidade e Esporte Adaptados
Quando: 21/10, das 9h às 13h
Onde: Anhembi
End.: Av. Olavo Fontoura, 1209, São Paulo
Fone: (11) 2730-0522
Informações:
www.rehafair.com.br
 Site externo
fonte vida mais livre

Fundação Dorina Nowill para Cegos participa de evento internacional

Feira apresenta lançamentos e inovações tecnológicas para acessibilidade e promove um ambiente propício para networking
Descrição da imagem: banner da Rehfair e mensagem indicando o Credenciamento Gratuito. Na imagem um homem na cadeira de rodas passeia no parque com uma

mulher que utiliza próteses nas duas pernas. A mulher guia um cachorro com coleira e os dois se olham sorrindo. Fim da descrição de imagem.

Do dia 19 a 21 de outubro, A Fundação Dorina Nowill para Cegos participa da Rehafair 2017– Feira Internacional de Tecnologias Assistivas, Empregabilidade

e Esporte Adaptado , realizada no pavilhão de exposições do Anhembi. A feira reúne fundações, empresas e profissionais qualificados com o objetivo de apresentar

os principais lançamentos e inovações tecnológicas para acessibilidade e promover um ambiente propício para networking e geração de novos negócios.

Durante os três dias de evento, você poderá visitar nosso stand, conhecer um pouquinho da nossa história e saber mais sobre os produtos e serviços oferecidos

pela Fundação. Além disso, reforçaremos a grade de palestras da feira, com o tema “Recursos de Acessibilidade e Inclusão Profissional da pessoa com deficiência

visual”, que será ministrada por Edson Defendi, nosso coordenador da área de Colocação Profissional e Direito ao Trabalho.

SERVIÇO
REHAFAIR Feira Internacional de Tecnologias Assistivas, Empregabilidade e Esporte Adaptados

Data: 19 a 21 de outubro de 2017

Local: Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209 – São Paulo

Horário: das 14h às 20h

Informações: 11 2730-0522 /
contato@rofereventos.com.br
Credenciamento:
http://www.rehafair.com.br/
 

Palestra Fundação Dorina

“Recursos de Acessibilidade e Inclusão Profissional da pessoa com deficiência visual”

Por Edson Defendi – Mestre e Doutorando em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Especialista em Psicologia e Reabitação pela Faculdade de Medicina da USP. Coordenador

da área de Colocação Profissional e Direito ao Trabalho na Fundação Dorina.

Data: 19/10
Horário: 18h às 19h
Local: Auditório 4

Importante!

Lista de 3 itens
• Não há necessidade de inscrição prévia
• Chegar com 30 minutos de antecedência
• Vagas limitadas
Publicado por Fernanda Vasconcelos

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Inclusão social em duas rodas

Ciclistas com deficiência visual mostram que com força de vontade e muita determinação é possível pedalar
ACidadeON/Ribeirao
Gabriel Pereira
Ajudados por guias, deficientes visuais participam de passeio ciclístico organizado pela Adevirp no Parque Maurílio Biagi; veja mais fotos na galeria (foto:

Sergio Masson / Especial)

Pode parecer incompreensível para alguns, mas a paixão pelo esporte é um sentimento tão forte e poderoso que tem o poder de fazer as pessoas superarem

as dificuldades que aparecem na vida.

O caso da farmacêutica Luciane Tomasella, 46, é um bom exemplo de perseverança. Deficiente visual há cerca de cinco anos, ela define a importância do passeio

ciclístico “Guias do Pedal”, organizado por um grupo de atletas, em parceria com a Adevirp (Associação dos Deficientes Visuais de Ribeirão Preto).

“Venho perdendo minha capacidade de enxergar desde 2012, no entanto, há dois anos, quando as coisas pioraram e tive que ficar mais em casa, resolvi procurar

a Adevirp para poder me readaptar a essa nova realidade, conheci a iniciativa e, como sempre pratiquei atividade física, me interessei pelo projeto, que

vem sendo meu único exercício corporal nesse período, já que ainda sou muito dependente dos outros no decorrer do meu cotidiano”, conta.

Para Luciane, entretanto, o evento é muito mais do que só um passeio de bicicleta, é uma lição de muitas outras coisas.

“A gente aprende muito, principalmente sobre acreditar em si mesmo e no outro. Querendo ou não, naquela hora, a gente está nas mãos de quem, na maioria

das vezes, não conhecemos, se torna uma aula de auto-confiança e de confiança no outro, sem deixar de ser também uma maneira de mostrar à sociedade que

conseguimos fazer atividades normais, igual a todo mundo, sem sermos vistos com espanto ou nada do tipo. Por isso, acredito que isso deve ser divulgado

quantas vezes for possível”, diz.

Como participar

Realizado desde 2014 e aberto a qualquer deficiente visual que queira participar, o passeio ciclístico mensal é carregado de bons sentimentos e sensações

também para os guias. Quem garante é Lindiberg Yosetake, 34, que exerce a função há dois anos “O ‘Guias do Pedal´ fez a gente aprender muito a valorizar

a vida, entendendo que, no fundo, todos somos iguais”, afirma Yosetake.
fonte cbn noticias ribeirão preto

Tecnologia, reabilitação, saúde e comunicação: eventos simultâneos sobre inclusão de pessoas com deficiência

Plaza, na Alameda Campinas, 150. Realização da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, a série de palestras, fóruns,

seminários e encontros simultâneos visa reunir especialistas, profissionais, instituições de ensino e pesquisa, agências de fomento, organizações civis

e governamentais e interessados em geral para troca de informações e debate sobre desafios e soluções voltados ao segmento das pessoas com deficiência.


banner: reserve na sua agenda.

Confira a grade de programação dos eventos que acontecem de 06 a 09 de novembro de 2017:

06 de novembro: “I Seminário do Governo do Estado de São Paulo sobre as Pessoas com Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro Autista”
06 de novembro: “Mesa Redonda - Estudos sobre a Deficiência”
07 de novembro: “9º Encontro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência”.
09 de novembro: “VI Encontro de Gestores de Comunicação do Estado de São Paulo”
09 de novembro: “IV Fórum Gestores Municipais da Área das Pessoas com Deficiência”.

Leia abaixo o resumo de cada evento (Inscrições abertas – Vagas Limitadas).

I SEMINÁRIO DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SOBRE AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Banner do PEAPDI - Programa Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual

Com o objetivo de apresentar e debater temas pouco convencionais sobre pessoas com deficiência intelectual e Transtorno do Espectro Autista, como envelhecimento,

direitos, educação e trabalho, a Comissão de Acompanhamento do Programa Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual: São Paulo pela Igualdade

de Direitos (PEAPDI) promoverá, em 06 de novembro, o “I Seminário do Governo do Estado de São Paulo sobre as Pessoas com Deficiência Intelectual e Transtorno

do Espectro Autista”. O objetivo é reunir especialistas da área da saúde, educação, trabalho, cultura e envelhecimento para desvendar mitos e derrubar

barreiras provocadas principalmente pela desinformação sobre pessoas com restrição cognitiva ou comportamental.

Com o tema “Educação, Saúde, Envelhecimento e Trabalho: Protagonismo e Inclusão Social”, o seminário acontecerá das 9h30 às 17h30. A palestra de abertura

será “TEA – Desvendando o Autismo e Derrubando Barreiras da Desinformação”, com a médica psiquiatra, Gabriela Viegas Stump, com especialização em infância

e adolescência e responsável pela supervisão dos residentes no ambulatório do Protea (ambulatório de autismo) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das

Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

“Educação: O Acesso à Escola como um Direito de Todos” será o painel exposto por Glenda Aref Salamah de Mello Araújo, Mestra em Psicologia, com especialização

em Psicologia Clínica, Educação Especial Geral, Deficiência Intelectual e Autismo. No início da tarde, uma apresentação artística antecederá o painel “Cultura:

Acessibilidade Abrindo os Caminhos para a Inclusão Cultural”, por Silvana Gimenes e Efrén Colombani, da Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, da

Secretaria Estadual da Cultura.

Ao longo da tarde, temas de relevância, intermediados por debate: “Envelhecer com respeito, dignidade e qualidade de vida”, será o painel de Maria Regina
de
Campos Leondarides, Coordenadora do Grupo de Estudos sobre Envelhecimento Precoce das Pessoas com Deficiência Intelectual e mãe de filha adulta com síndrome

de Down; “Trabalho – Espaço de Produção e Autonomia”; e “Informação como Aliada na Conquista da Saúde Plena”, exposto por Lígia Maria Carvalho de Azevedo

Soares, Coordenadora Estadual da Área Técnica Saúde da Pessoa com Deficiência da Secretaria Estadual da Saúde. Será possível também acompanhar exposição

de cases e da APAE SÃO PAULO. Inscrições e programação completa:
http://peapdi.sedpcd.sp.gov.br

MESA REDONDA “ESTUDOS SOBRE A DEFICIÊNCIA”

Banner: Mesa Redonda Estudos sobre a Deficiência

Desde 2013, o Memorial da Inclusão, ação da Secretaria, procura incentivar, fomentar trabalhos, realizar debates e encontros entre especialistas e simpatizantes

do tema a fim de agregar esforços para a construção de uma sociedade mais inclusiva.

Neste ano, serão duas Mesas Redondas com temas distintos, “Ação Educativa no Memorial” e “Deficiência e arte - além da experiência estética”, ambas acontecerão
dia
06 de novembro, das 9h30 às 17h30.

A mesa-redonda Ação Educativa no Memorial: O Projeto Cinco anos do Memorial da Inclusão pelos direitos das pessoas com deficiência apresentará, pela manhã,

como essa ação educativa trabalhou e desenvolveu a socialização e a conscientização acerca do Movimento Internacional de Inclusão das Pessoas com Deficiência,

temática do Memorial da Inclusão para o público infanto-juvenil. Sob comando do palestrante Márcio Bustamante da Costa, Gestor do Projeto, contará também

com o Educador Intérprete de Libras e Libras Táteis, Hélio Fonseca, e a Educadora Desirée Casale, como Mediadora.

Objetiva discutir o caráter teórico-metodológico, os desdobramentos, as potencialidades e os desafios percorridos durante o processo de materialização

do projeto. Propõe contribuir para novas práticas nas áreas do educativo, mediação, visitas participativas e acessibilidade, bem como permear um momento

de trocas entre profissionais da área, pesquisadores e estudantes.

A segunda mesa “Deficiência e arte, além da experiência estética” discutirá os caminhos percorridos por quem realiza e quem produz arte acessível. De que

forma potencializar e estimular espaços de encontro e de produção artística que possibilitem a troca entre pessoas com e sem deficiência? Como viabilizar

as melhores políticas públicas voltadas ao incremento da produção nessa área? Quais os desafios e potencialidades para além das segmentações de modo a

constituir um campo de fruição radicalmente universal e fundamentado na diversidade humana.

É necessário fazer inscrição para ambas as Mesas, pelo link:
http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/estudossobredeficiencia/paginas/inscricoes.php

9º ENCONTRO DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Banner do 9º Encontro de Tecnologia e Inovação

Com o tema “Da ideia ao produto: caminhos para chegar ao mercado”, o 9º Encontro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência acontece em 07 de

novembro, das 9h às 18h, e reunirá instituições de ensino e pesquisa, agências de fomento, empresas já consolidadas, startups e consultores para debater

as principais dificuldades e apresentar atalhos para que projetos de tecnologia assistiva advindas de pesquisas realizadas em instituições de ensino e

pesquisa do país obtenham financiamento e se tornem produtos.

Serão discutidos temas essenciais para o mundo da pesquisa e da tecnologia assistiva. “O que temos? O que nos falta” – Um olhar sobre a pesquisa e inovação

em Tecnologia Assistiva, será o primeiro debate. A ideia é discutir a evolução da pesquisa e do mercado de Tecnologia Assistiva no Estado de São Paulo

e no Brasil, com participação de empresas do setor, representantes de instituições de pesquisa e agências de fomento.

Outra discussão será “Recursos à espera de bons projetos“. Segredos para um bom projeto e sucesso junto às agências de fomento à pesquisa em Tecnologia

Assistiva. O destaque desse tópico fica por conta de representantes de agências de fomento que apresentarão a participação dos projetos de Tecnologia Assistiva

em suas linhas de auxílio/financiamento, bem como sobre os principais problemas encontrados nos projetos reprovados e conselhos para uma boa aplicação.


O período da tarde será aberto com o painel “Shark Tank”, com apresentação de três a quatro projetos de Tecnologia Assistiva, pré-selecionados, para uma

mesa composta por experts na área, empresas de tecnologia, consultores e agências de fomento, que os avaliarão e farão considerações e críticas no sentido

de auxiliar os “inventores” a aprimorar seus projetos, enxergando-os como potenciais produtos para o mercado.

No final da tarde, serão apresentados alguns casos de pesquisas em instituições que se tornaram produtos no mercado. As inscrições devem ser feitas no

site
http://encontro.sedpcd.sp.gov.br/paginas/inscricoes.php

VI ENCONTRO DE GESTORES DE COMUNICAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Banner do Encontro Estadual de Gestores de Comunicação

A programação do VI Encontro de Gestores de Comunicação do Estado de São Paulo, em 09 de novembro, das 9h30 às 12h30, com o tema central “Comunicação Inclusiva

na Era Digital”. Contará com profissionais e especialistas renomados atuantes na área da inclusão de pessoas com deficiência e também da Comunicação. Serão

apresentadas formas de fazer com que a rede conecte cada vez mais as pessoas, derrubando as barreiras digitais e atitudinais, para que as informações cheguem

a todos, pessoas com e sem deficiência.

A palestra de abertura será “Comunicação com os surdos – Oralização ou Libras?”, com Morgana Siqueira, surda oralizada e professora de Libras. O renomado

especialista Romeu Kasumi Sassaki, consultor e escritor sobre inclusão de pessoas com deficiência apresentará o painel “Terminologia Acessível na Era da

Inclusão”. O Repórter do blog Vencer Limites, do portal Estadão, Luiz Alexandre Ventura, traz informações sobre “Comunicação Inclusiva na Mídia Digital

- Acessibilidade, Inclusão e Cidadania”; e a jornalista e gestora de Comunicação Institucional da Secretaria, Maria Isabel da Silva, com o painel “A Comunicação

Digital e a Lei Brasileira de Inclusão”.

As inscrições, gratuitas, para o Encontro de Gestores de Comunicação ficam abertas até 25 de outubro:
http://egecom.sedpcd.sp.gov.br

IV FÓRUM GESTORES MUNICIPAIS DA ÁREA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Banner do Fórum Estadual de Gestores Municipais da Área da Pessoa com Deficiência

O Fórum acontece dia 09 de novembro, das 9h às 17h, e trata de um momento de aprendizagem e troca de experiências para todos que têm a responsabilidade

institucional de atuar na causa da pessoa com deficiência.

O evento aborda temas como “O que é Política Pública?”; “Atuação em Rede e Consórcios Intermunicipais”; “Como captar recursos públicos e privados, editais

e parcerias”; e, ainda, “O servidor público com deficiência nos municípios – importância da valorização e impacto de sua participação no desenvolvimento

de políticas públicas inclusivas”.

As inscrições ficam abertas até 27 de outubro e devem ser enviadas para o e-mail
rlanda@sedpcd.sp.gov.br
ou pelos telefones (11) 5212.3719 / 3736.

SERVIÇO

I Seminário do Governo do Estado de São Paulo sobre as Pessoas com Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro Autista
http://peapdi.sedpcd.sp.gov.br

Mesa Redonda “Estudos sobre a Deficiência”
http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/estudossobredeficiencia/paginas/inscricoes.php

9º Encontro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência
http://encontro.sedpcd.sp.gov.br/paginas/inscricoes.php

VI Encontro de Gestores de Comunicação do Estado de São Paulo
http://egecom.sedpcd.sp.gov.br

IV Fórum Gestores Municipais da Área das Pessoas com Deficiência
E-mail:
rlanda@sedpcd.sp.gov.br
- Telefones: (11) 5212.3719 / 3736

Realização: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Data: 06 A 09 DE NOVEMBRO DE 2017
Local: Hotel Maksoud Plaza, Alameda Campinas, 150, bairro Bela Vista, capital paulista

fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia

Quase 80 mil trabalhadores com deficiência auditiva têm carteira assinada

Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2015, há cerca 79.389 pessoas com algum nível de surdez no mercado de trabalho, nas mais diversas

profissões. Eles representam 22,28% do total de 356.345 mil Pessoas com Deficiência (PcDs) trabalhadoras no País.

De acordo com a auditora fiscal do Ministério do Trabalho, Fernanda Maria Pessoa Di Cavalcanti, responsável Nacional pelo Projeto de Inserção de Pessoas

com Deficiência no Mercado de Trabalho, a surdez é a segunda deficiência com maior nível de empregabilidade no mercado formal.

Entre as profissões mais agregadoras do público surdo estão auxiliar de escritório, com 6.898 trabalhadores; seguida por alimentador de linha de produção

(5.341); assistente administrativo (4.205); faxineiro (3.815); repositor de mercadoria (2.473); almoxarife (1.878); trabalhador de serviços de limpeza

e conservação de áreas públicas (1.314); e operador de máquinas fixas em geral (872).

Em outras profissões, o número de surdos é um pouco menor: atuando como engenheiros aeronáuticos são 39 pessoas nessa atividade; advogados, 55; engenheiros

agrônomos, 72; cirurgiões dentistas, 21.

“Todos os trabalhadores com alguma deficiência enfrentaram as várias barreiras físicas e invisíveis do preconceito e da discriminação, para sonharem mais

alto. As empresas e os órgãos públicos devem estar preparados para receber essas pessoas porque são obrigadas por lei. A Lei da Inclusão da Pessoa com

Deficiência nº 13.146/2015 prevê que gestores públicos federal, estaduais e municipais são obrigados a oferecer acessibilidade, sob pena de responderem

por crime de responsabilidade”, ressalta a auditora.

O Ministério do Trabalho fomenta ações para que haja essa conscientização nos ambientes corporativo e governamental. Contudo, a empresa que não cumprir

a legislação é autuada, e a multa varia de R$ 2.281,05 a R$ 284.402,57, a depender do tamanho do estabelecimento e das vagas não preenchidas.

Fernanda Di Cavalcanti frisa, ainda, que a falta de adaptações necessárias na empresa e de tecnologias assistivas para que o trabalhador exerça sem dificuldades

as suas funções é caracterizada como discriminação contra as PcDs e, neste caso, a multa é mais pesada: 10 vezes o valor do maior salário pago pelo empregador,

acrescido em 50% em caso de reincidência. Com informações do Portal Brasil.

Fonte:
Brasil ao Minuto Site externo

STF suspende lei de SC que obriga presença de 2º professor em sala com deficientes

Decisão é liminar. Tribunal entendeu que lei não poderia ter sido proposta pelo poder legislativo.
Por G1 SC
Ministro entendeu que houve vício de origem na lei (Foto: Prefeitura Municipal de São Miguel do Oeste/Divulgação)
O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu liminar que suspendeu a
lei estadual catarinense número 17.143/2017,
que obriga a presença de um segundo professor nas salas de aula das escolas de educação básica da rede pública do estado quando houver alunos com diagnóstico

de deficiências ou transtornos.

O ministro Alexandre de Moraes entendeu que a norma não poderia ter sido proposta pelo poder legislativo. A decisão é de terça (3) e foi divulgada nesta

quarta-feira (4) pelo STF. Posteriormente, a questão será avaliada pelo plenário do tribunal. O G1 não conseguiu contato com a Assembleia Legislativa de

Santa Catarina até a publicação desta notícia.

Decisão

Para o ministro, a área de abrangência da lei é privativa do chefe do poder executivo. “A jurisprudência da corte registra que a iniciativa privativa do

chefe do poder executivo, estabelecida no artigo 61, parágrafo 1º, inciso II, alínea ‘c’, da constituição federal, veda que os demais legitimados para

o processo legislativo proponham leis que disponham sobre servidores públicos, seu regime jurídico, provimento de cargos, estabilidade e aposentadoria”,

disse Alexandre de Moraes.

Ele afirmou ainda que foi "louvável propósito de tutela" em favor de alunos com deficiência, porém a lei não poderia ser de iniciativa parlamentar. Para

o ministro, está presente a urgência para a liminar, pois a norma obriga o estado catarinense a tomar medidas administrativas com despesa de recursos públicos.

Neste caso, a liminar suspende os efeitos da lei até que ela seja julgada no plenário do STF.

No processo, conforme o tribunal, o governo catarinense argumentou que a norma está em desacordo com as atuais diretrizes de funcionamento dos serviços

especializados em educação especial. Além disso, a lei implica um aumento não previsto de despesas no orçamento. Somente o atendimento de alunos com transtorno

do défict de atenção com hiperatividade demanda a contrataçã fonte g1

Responsáveis por pessoas com deficiência querem laudo médico gratuito

O documento é utilizado para concessão de isenção de impostos para aquisição de veículos adaptados
O Governo de São Paulo sancionou uma lei que estende o benefício pela isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e ICMS a responsáveis

e tutores de pessoas com deficiência. Porém, para isso, é necessário um laudo, que só é feito por clínicas credenciadas.

O laudo é exigido para concessão da isenção do veículo utilizado pelo transporte da pessoa com deficiência, mesmo se guiado pelo responsável ou tutor.

Enquadram-se nas regras pessoas com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, e portadores de Transtorno do Espectro Autista.

O documento para os responsáveis pela pessoa com deficiência custa até R$ 600, o que preocupa os beneficiários. Tanto que um grupo solicitou à Prefeitura

de Ribeirão Preto que os exames para emissão do laudo sejam realizados pelo sistema público de saúde do município.

A advogada Samira Marquezin, da comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da seção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Ribeirão Preto, conta

que um grupo de pais já solicitou ao município que seja possível conseguir o laudo pelo sistema público, por considerá-lo muito caro.

A Secretária da Saúde informa que ficou de analisar o pedido junto à Secretaria de Negócios Jurídicos. Isso porque a pasta esclarece a obrigatoriedade

da realização dos referidos laudos por parte do sistema público.

No Estado de São Paulo, os laudos eram elaborados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP). Porém, em consequência de alterações internas, a

atividade foi direcionada para as clínicas credenciadas pelo órgão.

Fonte:
Revide Site externo

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Recife terá 1º cinema acessível a deficientes sensoriais do Brasil

O Cinema da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), no Recife, será o primeiro do Brasil a exibir filmes nacionais destinados às pessoas com deficiências sensoriais.

A partir de outubro, o local exibirá, quinzenalmente, produções com três modalidades de acessibilidade comunicacional. O projeto de cinema acessível foi

chamado de 'Alumiar' e lançado pelo Ministro da Educação, Mendonça Filho, com a assinatura do Termo de Cooperação entre a TV Escola/MEC e a Fundação Joaquim

Nabuco.

Os filmes serão exibidos com audiodescrição, para pessoas cegas ou com baixa visão; língua brasileira de sinais (Libras), para pessoas surdas; e legendas,

para surdos e ensurdecidos. Com o objetivo de tornar 20 longas-metragens brasileiros acessíveis em um ano, o projeto também é destinado a estudantes, profissionais

e pesquisadores da área da acessibilidade, produtores de audiovisual, estudantes de artes visuais e o público em geral. Após a exibição no Cinema da Fundação,

os longas serão transmitidos na TV Escola, do Ministério da Educação, e na WEBTV INES, que é a primeira TV bilíngue brasileira.

No ano passado, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) determinou que as salas de cinema brasileiras se tornem acessíveis às pessoas com deficiência. Além

da adaptação física, como rampas de acesso às salas, espaços reservados para cadeirantes poltronas mais largas para pessoas de sobrepeso e banheiros adaptados,

é preciso a implementação das tecnologias assistivas da acessibilidade comunicacional. O prazo determinado para implantação da acessibilidade é até novembro

de 2017.

Por TV Jornal

EBC

Vagas para deficientes e idosos estão sendo ocupadas irregularmente em Volta Redonda

Das 1.500 dos rotativos, 110 são destinadas a idosos e deficientes, segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana.
Por RJTV
Idosos e deficientes que moram em Volta Redonda, no Sul do Rio de Janeiro, reclamam dos motoristas que ocupam vagas de estacionamentos especiais sem ter

esse direito. Das 1.500 vagas nos rotativos, 110 são destinadas a eles, segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana. O problema é o desrespeito

dos motoristas que estacionam nas vagas demarcadas, principalmente nos horários de pico.

As placas indicam que os espaços estão reservados. E é com um documento que a pessoa comprova que está apta a estacionar ali. A vaga especial é um direito

garantido por lei. O Conselho Nacional de Trânsito determina que 5% das vagas do estacionamento regulamentado sejam destinados aos idosos e 2% a pessoas

com deficiência física. Muita gente sabe disso e mesmo assim não respeita.

“Toda hora [encontra a dificuldade no dia dia]. Não tem vaga nunca, todo mundo usa. Quando eu vim estacionar aqui tinha um moço bem novo. Aí ei disse ‘essa

vaga é minha’ e ele foi embora. Mas é difícil...”, contou o aposentado Clóvis Muniz.

“Estamos numa situação muito difícil aqui principalmente aqui no Centro. [Muitas vezes chego e a vaga tá ocupada] por outra pessoa que não tem o cartão

pra colocar”, disse Carlos D’Ávila, aposentado.

Não é difícil encontrar quem tente dar uma parada rapidinha, com o pisca alerta ligado. E aí as opções para quem tem direito ficam ainda mais reduzidas.


“Tem que rodar muito pra achar uma vaga, entendeu. Aí, o que acontece, fica rodando pra conseguir num outro lugar, não na faixa de deficiente. Eu tenho

os dois cartões e tem muitos que põem o carro, que não é deficiente na vaga de deficiente. A gente fala e ainda acha ruim com a gente”, contou Sebastião

Furtado do Valle, aposentado.

A Guarda Municipal de Volta Redonda informou que quando o veículo é flagrado estacionado em vagas especiais, é feita a remoção desse automóvel, conforme

prevê o Código de Trânsito Brasileiro. Ainda de acordo com a Guarda Municipal, também são realizadas orientações aos motoristas, porque alguns idosos e

deficientes físicos ainda não retiraram o cartão de identificação. A guarda disse ainda que de janeiro a junho aplicou 86 multas por estacionamento em

vagas destinadas aos deficientes e idosos.

Paraibano supera deficiência, desenvolve projeto e ganha prêmio em Brasília


da iniciativa que reconhece o trabalho realizado por empresas, entes federados, entidades ou personalidades que tenham realizado ações em prol da inclusão

de pessoas com deficiência. A história de Thiago foi indicada pelo deputado Wilson Filho (PTB) para concorrer à premiação.

"Estamos na semana em que se comemora o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência (21 de setembro) e muito nos orgulha ter o reconhecimento do trabalho

de inclusão, voltado para a área educacional, realizado por uma pessoa com deficiência. Thiago é um exemplo e agora a sua luta, história e trabalho foram

reconhecidos", disse Wilson Filho.

“Tenho uma história de superação de uma deficiência causada pela artrite reumatóide e luto em prol das pessoas com deficiência. E dentro dessa luta, fomos

idealizador em 2013 enquanto assessor técnico do Programa de Inclusão e Cidadania para Pessoas com Deficiência, da Prefeitura de João Pessoa”, disse. O

Programa tem como finalidade proporcionar melhores condições de aprendizado a crianças e adolescentes com maiores dificuldades, Capacitação em Língua Brasileira

de Sinais, entre outros serviços ofertados.

A edição deste ano foi uma das mais concorridas da premiação e conseguiu maior representação nacional, com agraciados do Paraná, de Minas Gerais, do Rio

Grande do Norte, de São Paulo, de Rondônia, do Distrito Federal, do Rio de Janeiro, de Santa Catarina e da Paraíba. Entre os vencedores, estão a Associação

de Pais e Amigos dos Excepcionais de Belo Horizonte (APAE-BH) e o Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos do Rio Grande do Norte.

fonte wscom.com.br

Motoristas reclamam de multas indevidas por uso de equipamento para deficientes


Câmara de Vereadores.
Por G1 Bauru e Marília
Uma veterinária de Bauru (SP) usou as rede sociais para reclamar de uma multa que teria recebido por segurar um celular. No entanto, Ana Tarcila Fernandes

Fassoni alega que não segurava o telefone e sim um equipamento que a auxilia a dirigir o veículo chamado pomo.

A repercussão de uma postagem feita em uma rede social sobre a multa de trânsito supostamente indevida chegou até a tribuna da Câmara de Vereadores da

cidade.

A infração é classificada como “gravíssima” e é punida com uma multa de R$ 293,47 e com a adição de sete pontos à carteira. O agente responsável pela autuação

teria confundido o pomo giratório instalado no volante com um aparelho celular.

O pomo é um equipamento usado por motoristas com mobilidade reduzida e possui a função de permitir a condução do veículo com apenas uma das mãos ao volante.

É autorizado para motoristas habilitados com CNH especial para portadores de alguma deficiência física.

citação
“É muito injusto, a gente trabalha e depois precisa desembolsar mais de R$ 300 para pagar uma multa de uma infração que não cometemos. Sem contar os pontos

na carteira. É muito complicado”, reclama a veterinária, que tem mobilidade reduzida por conta de uma trombose e utiliza o pomo há 14 anos.
fim da citação

Em entrevista ao G1, Ana disse que já está levantando as provas para entrar com recurso, que será apresentado ao Detran, órgão estadual de trânsito, já

que a autuação foi feita por um policial militar. Ela também reclama do fato de não ter sido abordada durante a suposta infração.

Segundo o tenente José Sérgio de Souza, comandante do Pelotão de Trânsito da Polícia Militar em Bauru, esse tipo de autuação (uso de celular) é uma das

que, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), não exige a abordagem e pode ser feita “apenas com base na fé pública que o policial militar possui.”


Na Câmara

O protesto nas redes sociais chegou até a Câmara de Bauru. Em seu discurso na tribuna, na sessão da última segunda-feira (2), o vereador José Roberto Segalla

(DEM) sugeriu que a Emdurb, órgão responsável pelo trânsito na cidade, deveria se ocupar apenas com as autuações que possa provar.

citação
“Os agentes [da Emdurb] poderiam se dedicar a infrações que possam ser provadas, como estacionamento irregular, carros em calçadas, uso irregular das vagas

para idosos. Autuações como essa [de celular, sem abordagem nem foto] só despertam no cidadão a impressão de que existe na cidade uma indústria de multas”,

discursou o vereador.
fim da citação

Na sua mensagem nas redes sociais, que teve mais de 600 reações e 560 comentários, Ana Tarcila reclama que em multa como a que ela sofreu deveria haver

um registro em foto.

citação
"Esse tipo de multa deveria ser obrigatório apresentar foto, pois multar aqui em Bauru está fácil, quero ver comprovar o fato", diz ela no post.
fim da citação

Outro caso

A situação a que se referiu o vereador também aconteceu com a secretária Nádia Barnes, que protesta contra uma multa recebida supostamente nas mesmas condições.

Segundo ela, foi autuada por segurar um celular sendo que na verdade segurava apenas o pomo de direção.

A secretária Nádia Barnes diz que o uso do pomo de direção (no detalhe) pode confundir os agentes que enxergariam o condutor segurando um aparelho próximo

ao rosto (Foto: Arquivo pessoal)
iam o condutor segurando um aparelho próximo
ao rosto (Foto: Arquivo pessoal)

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Ao contrário de Ana Tarcila, a secretária foi multada por uma agente do GOT, setor do Emdurb responsável pelas fiscalizações de trânsito na área urbana.


Nádia possui paresia (espécie de paralisia) em um dos braços e por isso é habilitada com CNH especial para deficientes.

Ela já recorreu da multa, porém o pedido foi negado pela Emdurb na defesa prévia. O caminho agora seria um recurso à Jari (Junta Administrativa de Recursos

de Infrações), espécie de segunda instância neste assunto.

A secretária alega que não usa celular enquanto dirige e que, por isso, possui um prontuário de multas “zerado”. Ela acredita que o agente que aplicou

a multa se confundiu.

citação
“Meu carro tem insufilme [película nos vidros], a cabine está sempre muito escura, não dá pra ter uma visão clara da parte interna. Além disso, o carro

é alto e, dependendo do ângulo de visão [do agente], minha mão segurando o pomo pode parecer que tenho um aparelho junto ao rosto. Quero acreditar na boa-fé

do agente, mas com certeza ele se confundiu”, alega a secretária.
fim da citação

Em nota, a Emdurb informa que nos casos em que a abordagem não é possível para autuação em flagrante, a infração deverá ser comprovada por declaração do

agente de trânsito, “na qual deverão existir informações mínimas à sua perfeição e validade, conforme se infere do parágrafo 3º do artigo 280 do CTB”.


Sobre as declarações do vereador na tribuna da Câmara, a assessoria de imprensa da Emdurb informa que “o CTB não exige que essas multas [uso de celular]

tenham que ser fotografadas e que a empresa segue o que prevê o Código de Trânsito Brasileiro”

Deficientes visuais protestam por renovação de convênio entre associação e a Prefeitura de Porto Alegre

Manifestação aconteceu na manhã desta segunda-feira (9), no Centro da capital gaúcha. Secretaria de Desenvolvimento Social diz que o pedido de prorrogação

do contrato foi feito após o término do prazo.
Por G1 RS
Um grupo de pelo menos 60 deficientes visuais se reuniu, na manhã desta segunda-feira (9), em frente à sede da Associação dos Cegos do Estado (Acergs),

na Rua Vigário José Inácio, no Centro de
Porto Alegre,
para protestar contra a prefeitura. A manifestação tinha como objetivo pedir ao Executivo municipal que renove o convênio que mantinha com a instituição.


A Acergs atende mais de 800 deficientes visuais por mês e completa 50 anos ainda em outubro. Porém, com o fim do repasse de verbas da prefeitura em agosto,

a associação precisou encerrar as atividades de orientação e mobilidade, além do ensino de braile. O grupo salienta, que se o contrato não for renovado,

serão encerradas também as aulas de informática e o atendimento psicológico.

"Nosso trabalho é contínuo e a interrupção será um enorme retrocesso", lamenta o presidente da Acergs, Gilberto Kemer.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte (SMDSE) diz que o convênio não pôde ser prorrogado porque o pedido foi feito depois que o prazo

de um ano para essa solicitação já havia acabado.

A SMDSE afirma, ainda, que segundo uma lei federal que estabelece regras para esse tipo de convênio, uma vez que a prorrogação não foi feita, a prefeitura

deve fazer um chamamento público para que outras entidades também possam concorrer a esses recursos.

A associação reitera que cumpriu os prazos e considera "inadmissível" a justificativa da prefeitura.

"Temos registros dos e-mails enviados aos órgãos competentes com pedidos de agenda para tratar da renovação do convênio, além de diversos telefonemas e

envio de documentos comprovando, através de relatórios, a utilização dos recursos em atividades de reabilitação, que são fundamentais para que o deficiente

visual esteja, de fato, incluído na sociedade", pondera Kemer.

Em maio, grupo já havia protestado contra a prefeitura

Na ocasião, a
Acergs cobrava o repasse dos R$ 8 mil
 que deveriam ser repassados todos os meses pelo Executivo municipal. Os manifestantes alegaram naquela oportunidade que desde março a quantia não chegava

à associação.

A SMDSE se defendeu dizendo que houve apenas um atraso da parcela trimenstral que deveria ser paga em abril. A diretoria de Acessibilidade e Inclusão Social

alegou que a gestão passada não deixou verba garantida para o pagamento, o que causou a demora.
 fonte  g1

domingo, 15 de outubro de 2017

Paralimpíadas Escolares 2017 terão atletas de todos os estados do Brasil

A edição de 2017 das Paralimpíadas Escolares terá a representação de todas as unidades da federação do Brasil. Nesta terça-feira, 10, foi confirmada a

participação de Roraima - o único estado que ainda não havia assegurado a inscrição. Desta maneira, serão 944 atletas no evento, a ser disputado entre

os dias 21 e 24 de novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Esta será a 11ª edição da maior competição escolar do planeta.

"Ter a representação de todos os estados era uma meta que queríamos atingir há muito tempo. Assim, asseguramos que o esporte paralímpico tenha oportunidade

em todo o processo educacional no Brasil. Cada estado planta uma semente para que no futuro tenhamos um quantitativo maior de pessoas que acessem a prática

de esporte adaptado ainda em idade escolar. Estamos trabalhando com muito afinco neste sentido e os resultados têm acontecido", disse Ivaldo Brandão, vice-presidente

do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Dois esportes foram adicionados ao programa do evento destinado a crianças de 12 a 17 anos: futebol de 5 (para cegos), e basquete em cadeira de rodas (formato

3x3). Estes se juntarão a atletismo, bocha, futebol de 7, goalball, judô, natação, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas, modalidades que foram disputadas

também na temporada passada.

Além da visibilidade e da possibilidade de entrada no esporte de alto rendimento, as Paralimpíadas Escolares asseguram aos três primeiros lugares de cada

gênero e classe das modalidades individuais o direito de receber o Bolsa Atleta nível escolar. Nos esportes coletivos, são determinados três atletas de

cada gênero por meio de votação entre os técnicos e árbitros da respectiva modalidade.

Nas últimas duas edições das Paralimpíadas Escolares, o título ficou com o estado de São Paulo. Desde suas primeiras versões, as Paralimpíadas Escolares

revelam talentos do paradesporto brasileiro. Os velocistas Alan Fonteles e Petrúcio Ferreira, a saltadora Lorena Spoladore, o nadador Matheus Rheine e

o atleta do goalball Leomon Moreno, todos eles medalhistas em Jogos Paralímpicos e Mundiais, são alguns dos nomes que despontaram na competição.

CAMPEÕES

2006 – São Paulo
2007 – Rio de Janeiro
2008 - Não houve
2009 – São Paulo
2010 – Rio de Janeiro
2011 – São Paulo
2012 – Rio de Janeiro
2013 – Rio de Janeiro
2014 – Santa Catarina
2015 – São Paulo
2016 – São Paulo

Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (

Exigência de acesso de PCDs a eventos ao ar livre é aprovada

Proposta altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência e a Lei da Acessibilidade para assegurar o acesso de pcds a eventos realizados ao ar livre
A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou proposta que altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e a Lei da Acessibilidade (nº

10.098/2000) para assegurar o acesso de pessoas com deficiência a eventos culturais ou esportivos realizados ao ar livre. Foi aprovado o Projeto de Lei

(PL) nº 6860/2017, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB).

Relator no colegiado, o deputado Dejorge Patrício (PRB-RJ) defendeu a aprovação do texto. Segundo ele, apesar dos avanços na legislação para permitir a

inclusão das pessoas com deficiência, ainda há situações em que as dificuldades de mobilidade não são consideradas, o que inclui os eventos culturais ou

esportivos que utilizam estruturas temporárias.

Dejoorge Patrício: apesar de avanços para incluir pessoas com deficiência, ainda há eventos organizados sem considerar a dificuldade de mobilidade

Dejoorge Patrício: apesar de avanços para incluir pessoas com deficiência, ainda há eventos organizados sem considerar a dificuldade de mobilidade

O texto aprovado estabelece que a exigência é válida para eventos promovidos pelo poder público ou por agentes privados. Autor da proposta, Gouveia sustenta

que grandes eventos com atividades culturais e esportivas são promovidos durante todo o ano em muitas cidades brasileiras, porém nem todos podem participar

devido a restrições de acessibilidade.

O projeto será ainda analisado de forma conclusiva pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; e de Constituição e Justiça e de

Cidadania.

Fonte:
Jornal do Brasil Site externo

Fotografia é tema de workshop voltado a deficientes visuais

O Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (Macs) realiza, a partir de segunda-feira, dia 16, o workshop “Olhar sensível”, que será ministrado pelo jornalista

e fotógrafo Teco Barbero a um grupo de deficientes visuais.
Haverá aulas nos dias 16, 17, 23, 25 e 30 de outubro e no dia 1 de novembro, sempre das 14h às 16h, no galpão do Macs (av. Dr. Afonso Vergueiro, 280 --

ao lado da antiga Estação Ferroviária de Sorocaba). Informações sobre inscrições podem ser obtidas pelo email:
macs@macs.org.br.
É necessário que o participante
tenha idade superior a 12 anos e esteja acompanhado de alguém sem deficiência visual durante o curso.
Durante a parte prática do workshop ministrado por Teco Barbero, que é deficiente visual, os participantes terão contato com os equipamentos e aprenderão

a forma correta de posicionar as câmeras. O fotógrafo fala que, durante esse processo de aprendizagem espacial, é importante que a pessoa esteja atenta

aos sons do ambiente, além da utilização do tato para encontrar pontos de referência.
Do material produzido no curso será organizada uma exposição prevista para o início de 2018. As fotografias serão escolhidas por uma curadoria do Macs

e impressas em alto-relevo com uma nova tecnologia, permitindo a visita tátil das obras.
De acordo Silvana Sarti, artista visual e organizadora do evento, o intuito da iniciativa é possibilitar que pessoas com deficiência visual possam fotografar,

contribuindo para suas percepções de localização espacial, além de propiciar integração com a família e a sociedade. “Notamos que muitos deficientes visuais

demonstravam interesse em se aproximar da arte, mas não se sentiam acolhidos”, explica a organizadora, que já realizou visita guiada pelo museu destinada

a deficientes visuais.
O departamento educativo do Macs já atua na inserção do deficiente visual em sua equipe de trabalho. Recentemente, com o apoio da Associação Sorocabana

de Atividades para Deficientes Visuais (Asac), os visitantes tiveram a oportunidade de visitar a exposição BienalSur (que segue em cartaz até o dia 4 de

novembro).
O olhar através da alma
Formado em jornalismo pela Uniso, Antônio Walter Barbero, o Teco, relata que sempre foi apaixonado pela comunicação. Em 2002, recebeu proposta do então

documentarista Werinton Kermes para participar de curso de fotografia para deficientes visuais. Em princípio, o que parecia ser impossível tornou-se uma

motivação para a quebra de barreiras. Desde então, Teco atua como fotógrafo, registrando as experiências visuais de quem enxerga o mundo com apenas 0,5%

da visão.
Em 2010, Teco começou a dar aulas voluntárias em um minicurso de fotografia em São Paulo. Desde então, viajou por diversas regiões do país, com o objetivo

de ensinar a arte da fotografia. “Nós, deficientes visuais, que nos aventuramos pela arte da fotografia, provamos que, para quem captura imagens, a luz

não é o mais importante, pois nós fazemos fotos com a sensibilidade da nossa alma”, ressalta Teco.
Essa é a segunda parceria do fotógrafo com o Macs. Em setembro, ele realizou cobertura fotográfica no museu durante a abertura da Bienal Internacional

de Arte Contemporânea da América do Sul (BienalSur). Mais informações: (15) 3233-1692.

Colóquio abordará audiodescrição como recurso de acessibilidade em vários ambientes

Evento será realizado na próxima semana

Estimular a reflexão sobre a importância da incorporação de práticas de acessibilidade, em particular a audiodescrição, em ambientes de ensino, entretenimento,

acesso à saúde e exercício de direitos é o objetivo do Colóquio Ações afirmativas em prol da acessibilidade: audiodescrição, que será realizado nos dias
16,
17, 18 e 19 de outubro, na Faculdade de Letras (Fale), como parte da programação da Semana do Conhecimento.

O recurso da audiodescrição é um recurso de acessibilidade presente em filmes, documentários, novelas e em obras de arte e peças de teatro. Ele é pensado,

inicialmente, para a pessoa com deficiência visual, mas também tem se revelado um mecanismo semiótico de grande potencial para uso de pessoas com déficit

de aprendizagem.

O colóquio será aberto, no dia 16 de outubro, com palestra da professora Flávia Affonso Mayer, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG),

que abordará as principais características e campos de atuação da audiodescrição. A professora Adriana Pagano, da Faculdade de Letras e uma das organizadoras

do evento, defende que a universidade se responsabilize pela formação teórica e prática desse tipo de profissional. “Não se trata de chamar alguém para

fazer esse trabalho, mas de formarmos profissionais qualificados. Eventos do gênero possibilitam fazer essa discussão com profundidade”, afirma.

Adriana Pagano integra o corpo de pesquisadores do Laboratório Experimental de Tradução (Letra), da Fale, que há mais de 10 anos desenvolve trabalhos de

audiodescrição em filmes, documentários, seriados, novelas, obras de arte e peças de teatro. Em agosto deste ano, o Letra promoveu o 1º Colóquio de Interpretação

de Línguas de Sinais em contextos comunitários: saúde, educação e justiça, atividade que compõe, juntamente com o colóquio deste mês, um projeto em parceria

com a Escola de Enfermagem e com o Departamento de Estatística. O grupo desenvolve aplicativo móvel para o autocuidado em saúde direcionado a adolescentes.


Ao longo dos três dias, o evento contará com palestras, mesas-redondas e minicursos. As inscrições podem ser feitas
no site do colóquio.

Fonte: site da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

sábado, 14 de outubro de 2017

Exigência de acesso de PCDs a eventos ao ar livre é aprovada

Proposta altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência e a Lei da Acessibilidade para assegurar o acesso de pcds a eventos realizados ao ar livre
A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou proposta que altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e a Lei da Acessibilidade (nº

10.098/2000) para assegurar o acesso de pessoas com deficiência a eventos culturais ou esportivos realizados ao ar livre. Foi aprovado o Projeto de Lei

(PL) nº 6860/2017, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB).

Relator no colegiado, o deputado Dejorge Patrício (PRB-RJ) defendeu a aprovação do texto. Segundo ele, apesar dos avanços na legislação para permitir a

inclusão das pessoas com deficiência, ainda há situações em que as dificuldades de mobilidade não são consideradas, o que inclui os eventos culturais ou

esportivos que utilizam estruturas temporárias.

Dejoorge Patrício: apesar de avanços para incluir pessoas com deficiência, ainda há eventos organizados sem considerar a dificuldade de mobilidade

Dejoorge Patrício: apesar de avanços para incluir pessoas com deficiência, ainda há eventos organizados sem considerar a dificuldade de mobilidade

O texto aprovado estabelece que a exigência é válida para eventos promovidos pelo poder público ou por agentes privados. Autor da proposta, Gouveia sustenta

que grandes eventos com atividades culturais e esportivas são promovidos durante todo o ano em muitas cidades brasileiras, porém nem todos podem participar

devido a restrições de acessibilidade.

O projeto será ainda analisado de forma conclusiva pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; e de Constituição e Justiça e de

Cidadania.

Fonte:
Jornal do Brasil Site externo

Projeto do DF usa alfinete e elástico para ensinar deficientes visuais a ler gráficos

Projeto nasceu de oficina do Instituto 'MeViro'. Ideia é unir pessoas com deficiência e voluntários para desenvolver soluções de baixo custo e compartilhar

na web.
Por G1 DF e TV Globo
Alfinete, papelão e elástico aproximaram Elson Cunha dos números. Com apenas 5% de visão, o estudante da rede pública do Distrito Federal conseguiu, finalmente,

começar a compreender gráficos. A solução foi desenvolvida pelo próprio Elson e por voluntários em uma oficina do Instituto MeViro.

O MeViro estimula pessoas com alguma habilidade a criar soluções de baixo custo para pessoas com deficiência. Depois, o projeto é compartilhado em
 um site.
A ideia dos organizadores é estimular a cultura do "faça você mesmo" e compartilhar as criações com outras pessoas.

citação
"Esse projeto está me dando essa oportunidade de sentir melhor como é que seria o gráfico. Pra vocês visualmente falando, mas, pra mim, sentindo", afirmou

o estudante.
fim da citação
Gráfico desenvolvido no DF para pessoas com deificência visual (Foto: MeViro/Divulgação)
O cientista da computação Marcos Roberto Oliveira é o responsável pela ideia. Há dois anos, ele começou um projeto de
produzir próteses com impressora 3D
 e, desde então, se dedica ao empreendedorismo social.

"As oficinas conectam pessoas com deficiência com pessoas com habilidade de construir algo. Essa pessoa fala dos problemas que tem no dia a dia e as pessoas

do grupo vão pensar em soluções para aquele problema."

A ideia de fazer a oficina em conjunto é para unir os desenvolvedores e os futuros usuários do produto.
citação
"Tem a empatia criada ali. São coisas simples, que a gente gasta pouco tempo pra fazer e tem um impacto gigantesco. Você não precisa ficar esperando anos

na fila de um hospital para conseguir algo adaptado", afirmou Oliveira.
fim da citação
Voluntários desenvolvem painel para deficientes visuais lerem gráficos (Foto: MeViro/Divulgação)
A pessoa com deficiência participa de todo o processo de produção e dá feedbacks sobre o protótipo antes dele ser compartilhado na internet. Em uma oficina

em Brasília nesta semana focada nas necessidades de deficientes visuais, também foram desenvolvidos mapas com relevos e instumentos para auxiliar na educação

musical.

O grupo promove oficinas para empresas e patrocinadores. Os interessados podem consultar preços e entrar em contato
pelo site.
Também é possível se cadastrar para ser embaixador do programa e participar das oficinas, sem custos.
 fonte  g1

I Circuito Piauí Praia Acessível inicia nesta sexta no litoral

I Circuito Piauí Praia Acessível inicia nesta sexta no litoral

Ação acontece nos dias 13 e 14 de outubro, a partir das 8 horas, na sede do Piauí Praia Acessível, em Luís Correia

A Secretaria de Estado para Inclusão da Pessoa com Deficiência (Seid), com o apoio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e a Fundação de Esportes

do Piauí (Fundespi), realiza o “I Circuito Piauí Praia Acessível + Inclusão + Lazer + Diversão”. A ação acontece nos dias 13 e 14 de outubro, a partir

das 8 horas, na sede do Piauí Praia Acessível, na praia de Atalaia, município de Luís Correia.

O evento é voltado para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e tem o objetivo proporcionar a essas pessoas momentos de lazer, esporte, brincadeiras

e o banho de mar. Durante o Circuito acontecerá prática esportiva acessível, banho de mar assistido com toda estrutura e segurança, além de muita diversão.


O secretário da Seid, Mauro Eduardo, explica que o Circuito é mais uma ação para promover a inclusão das pessoas com deficiência em nosso estado. “Nosso

objetivo é melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência em todos os sentidos e o lazer faz parte da vida de todos. Pretendemos com o “I Circuito

Piauí Praia Acessível + Inclusão + Lazer + Diversão” levar mais alegria para as pessoas com deficiência”, enfatizou o secretário.

Para o secretário de Estado do Turismo, Flávio Nogueira Júnior, a ideia é que nosso litoral seja explorado por todos. "O acesso ao mar é para todos. Nosso

litoral é lindíssimo e precisa ser ainda mais reconhecido. Nos deixa muito feliz poder ter a estrutura necessária para receber todos os turistas. O Piauí

Praia Acessível é uma das nossas iniciativas em conjunto que mais nos orgulha, por poder levar alegria a tantas pessoas que antes não acreditavam realizar

o banho de mar", conclui o gestor.

Autoria: Thays Pessoa

Dia Mundial da Visão fomenta discussão sobre a saúde ocular

Confira a matéria realizada com a Dra. Keila Monteiro de Carvalho, secretária Geral do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
Descrição da imagem: moça sendo atendida em consulta oftalmológica por uma profissional da Fundação Dorina Nowill para Cegos. Fim da descrição.

Realizado anualmente na segunda quinta-feira do mês de outubro, o Dia Mundial da Visão tem como objetivo promover o diálogo sobre cuidados com a saúde

ocular. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que entre 40 e 45 milhões de pessoas no mundo são cegas, e outras 135 milhões sofrem limitações visuais.

Segundo os dados do Censo 2010, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual no Brasil, sendo aproximadamente 500 mil cegos e 6 milhões

com baixa visão. De acordo com os dados do World Report on Disability 2010 e do Vision 2020, a cada 5 segundos, 1 pessoa se torna cega no mundo, sendo

que 90% dos casos ocorrem nos países emergentes e subdesenvolvidos.

Para esclarecer algumas dúvidas sobre a saúde dos olhos, entrevistamos a professora titular de oftalmologia FCM/Unicamp e secretária Geral do Conselho

Brasileiro de Oftalmologia, Keila Monteiro de Carvalho.

Lista de 1 itens
1. O que é a deficiência visual?
fim da lista

Dra. Keila: A deficiência visual é a perda total ou parcial da visão. Na cegueira há perda total da visão ou pouquíssima capacidade de enxergar (5% ou

menos de visão), enquanto a baixa visão, ou visão subnormal, caracteriza-se por apresentar 30% ou menos de visão no melhor olho, após todos os tratamentos

clínicos, cirúrgicos e óculos comuns.

Lista de 1 itens
2. Quais as maiores causas da deficiência visual no Brasil durante a infância e idade adulta?
fim da lista

Dra. Keila: As causas da deficiência visual podem ser congênitas ou adquiridas. Na infância, as principais razões são: catarata congênita, glaucoma congênito,

toxoplasmose ocular congênita, retinopatia da prematuridade, rubéola e albinismo óculo cutâneo. Já na idade adulta as causas, em geral, são: glaucoma,

retinopatia diabética, atrofia do nervo ótico, retinose pigmentar e Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).

Lista de 1 itens
3. Por que é tão importante a consulta e avaliação oftalmológica? Qual a periodicidade deste acompanhamento?
fim da lista

Dra. Keila: A OMS aponta que 80% dos casos de deficiência visual poderiam ser evitados se houvesse prevenção ou tratamento. A avaliação oftalmológica permite

a detecção de problemas, o diagnóstico e a indicação do tratamento adequado para a garantia da saúde ocular. Ao menos uma vez ao ano, mesmo sem a manifestação

de sinais, é importante realizar uma consulta.

Lista de 1 itens
4. Quais as características ou sinais em recém-nascidos que indicam algum tipo de deficiência visual? Todo recém-nascido deve fazer um exame oftalmológico?

fim da lista

Dra. Keila: Se os pais observam que o bebê não dá atenção ou não responde com sorrisos aos estímulos visuais, é aconselhável ir a um oftalmologista que

irá realizar testes específicos de visão. Nas primeiras 12 horas de vida de um bebê, é feita uma triagem dos problemas oftalmológicos, o popular “Teste

do Olhinho”, caso seja detectada alguma anormalidade, ele deverá ser encaminhado para exame oftalmológico.

Lista de 1 itens
5. Quais os principais cuidados com a saúde ocular que devemos ter em nosso dia a dia?
fim da lista

Dra. Keila: Alguns cuidados são importantes para a saúde ocular, entre eles:

Lista de 7 itens
• Consultar-se com um médico oftalmologista pelo menos uma vez ao ano;
• A partir dos 40 anos de idade, medir, anualmente, a pressão intraocular com o objetivo de detectar o glaucoma e realizar um tratamento precoce. Em caso

de glaucoma na família, é aconselhável monitorar desde a juventude;
• Consumir alimentos que auxiliem na saúde dos olhos (vitamina A, C, E, Zinco, Ácidos Graxos e Ômega 3);
• Evitar os sintomas de vista cansada, causada pelo uso excessivo do celular, computador ou televisão;
• O hábito de coçar os olhos pode causar danos à estrutura ocular;
• Exposição prolongada ao sol sem óculos com proteção UVA/UVB pode causar problemas sérios na visão e aumentar a predisposição às doenças oculares;
• O hábito de fumar pode ser um fator de risco para algumas doenças, como a catarata.
fim da lista

Descrição da imagem: retrato da médica Keila Monteiro de Carvalho. Ela olha para frente e sorri. Fim da descrição.
Keila Monteiro de Carvalho, professora titular de oftalmologia FCM/Unicamp e secretária Geral do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
Publicado por Fernanda Vasconcelos
fonte blog dorina

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

ITAÚ CULTURAL APRESENTA ISADORA CANTO EM “VIDA DE CRIANÇA” COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS

ITAÚ CULTURAL APRESENTA ISADORA CANTO EM “VIDA DE CRIANÇA” COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS por hj
Todo fim de semana o Itaú Cultural promove uma série de atividades para a criançada e para toda a família! Nos dias 14 e 15 de outubro, a cantora e compositora

Isadora Canto reúne a garotada em um espetáculo musical “VIDA DE CRIANÇA”, que contará com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.

Data: 14 de outubro (sábado) e 15 de outubro (domingo).
Horário: 16:00 horas.
Duração: 60 minutos.
Local: Itaú Cultural, Sala Itaú Cultural (piso térreo).
Endereço:
Av. Paulista, 149

Bela Vista, São Paulo, SP.
(próximo ao Metrô Brigadeiro).
Entrada gratuita (224 lugares) – distribuição de ingressos a partir das 14:00 horas.
Classificação: livre.
Confirme seu interesse com:
marina@vercompalavras.com.br.

Chegue cedo para garantir seu convite.

Sobre o espetáculo: a cantora e compositora Isadora Canto reúne a garotada em um espetáculo musical. No show, a artista apresenta faixas de seu último

disco, Vida de Criança, no qual trata de diferentes questões – descobertas, deslumbramentos, dúvidas, medos – próprias da infância. Em 2007, antes de lançar

esse álbum, Isadora foi indicada ao Grammy de Melhor CD de Música Infantil com o trabalho Vida de Bebê.

Descrição da foto: Fotografia colorida de Isadora Canto cantando à frente do microfone, com os braços abertos, no palco iluminado por focos de luz cruzados,

vermelhos e azuis, onde estão mais quatro músicos. Isadora é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos avermelhados, crespos, na altura dos ombros; usa

vestido com corpo marrom de mangas longas com babados nos punhos e saia estampada. No lado direito, uma poltrona, onde estão bichinhos de pano. Ao lado

da poltrona, uma sombrinha aberta.

POR:
VERCOMPALAVRAS

Comissão aprova obrigatoriedade de carro reserva para pessoas com deficiência

Por Tiago Miranda

Relatora do projeto lembra que, ao adquirir um seguro de automóvel, o consumidor paga para ter acesso ao benefício

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da Câmara dos Deputados, aprovou o Projeto de Lei 7802/17, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB),

que obriga as seguradoras de veículos com carro reserva a ter opção de veículo adaptado a pessoa com deficiência.

Pela proposta, cabe ao segurado informar no preenchimento da proposta sobre sua deficiência e a necessidade de um serviço de assistência com carro adaptado.


Quem descumprir a regra fica sujeito às sanções previstas no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9503/97).

Benefício pago

Para a relatora, deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), a proposta garante um tratamento igualitário a pessoas com deficiência. “A ausência de tal dever

leva a um tratamento desfavorável, pois elas pagam para ter acesso a um benefício – o veículo reserva – que não será capaz de atender às suas necessidades

básicas”, afirmou.

Rosinha da Adefal disse ter sentido na pele a dificuldade de não ter veículo adaptado reserva. “É uma correção justa na legislação, assegurando que aquilo

previsto no contrato, tenha o serviço prestado.”

O presidente da comissão, deputado Cabo Sabino (PR-CE), disse que não existem carros adaptados nas locadoras de veículos, atualmente. Ele pensou em propor

um percentual para garantir a presença desses carros. Segundo Rosinha da Adefal, a demanda fará com que as locadoras se adaptem a essas necessidades.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição

e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
PL-7802/2017

Fonte: Agência Câmara Notícias, em 25.09.2017.

Falta de atendimento a criança com deficiência visual em escola de Acrelândia é alvo de investigação do MP

Ministério Público instaurou inquérito para investigar causas da falta do serviço. Para MP-AC, caso configura como violação aos direitos fundamentais e

humanos.
Por Luan Cesar, G1 AC, Rio Branco
A ausência de profissional capacitado na escola Novo Horizonte, em Acrelândia, para atender uma criança com deficiência visual vai ser investigada pelo

Ministério Público do Acre (MP-AC).

O órgão instaurou um inquérito civil público, assinado pelo promotor de Justiça Teotônio Rodrigues Soares Júnior e publicado nesta quarta-feira (11), para

averiguar as causas pela não oferta do serviço.

O G1 entrou em contato com as secretarias Municipal de Educação de Acrelândia e Estadual de Educação e Esporte (SEE), mas não obteve retorno até esta publicação.


De acordo com o inquérito, o aluno da unidade escolar não possui atendimento adequado na Rede Pública de Ensino Municipal e Estadual. O promotor afirma

que o município dispõe de uma professora qualificada para atender as necessidades da criança. Porém, a mulher trabalha na escola em turno diferente do

qual o aluno estuda e não deseja permutar para o Estado.

Mas, a profissional mostrou disponibilidade para trabalhar dois turnos na escola Novo Horizonte por meio de dobra no Município ou contrato provisórios

pelo Estado.

“O Ministério Público, conforme se verifica, oficiou as autoridades responsáveis para a solução do problema, porém, até o momento, a criança continua sofrendo

prejuízos escolares haja vista a ausência de profissionais adequados”.

Para o MP-AC, Estado e Município têm “deliberada inércia” para oferecer educação digna e de qualidade ao aluno deficiente visual.

O órgão ressalta que o problema é, em tese, de fácil solução e que falta somente “vontade política, pois o impacto financeiro para o atendimento do pleito,

apesar de existente, aparentemente não é significativo, sobretudo considerando os incontáveis benefícios que a contratação de um profissional habilitado

trará à criança”.

O órgão justifica ainda que o caso configura como violação aos direitos fundamentais e humanos e que requisições de documentos, oitivas e vistorias a escola

precisam ser feitas “a fim de apurar as circunstâncias dos fatos referidos acima, para ao final, se for o caso, promover ação competente (cível e/ou criminal)

ou o arquivamento dos autos”.

O promotor Teotônio Rodrigues Soares Júnior solicitou ainda a expedição de ofício para que o secretário de Educação de Acrelândia informe, dentro de 10

dias, a possibilidade do pagamento de dobra à professora capacitada para que ela atenda a criança.

O mesmo foi feito com o secretário estadual de Educação e Esporte. Ele vai ter que informar sobre a possibilidade contratação da profissional.
fonte g1