terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Brasil: União de especialidades para ampliar acessibilidade na web

Parceria entre eSSENTIAL ACCESSIBILITY e Hand Talk aumenta tecnologia assistiva na internet. Meta é oferecer a todas as pessoas com deficiência uma experiência

completa e satisfatória no comércio eletrônico, nas relações corporativas e na socialização.

Empresas querem ampliar as formas de acesso e garantir a todas as pessoas com deficiência uma experiência completa e satisfatória no comércio eletrônico,

nas relações corporativas e na socialização.

“É obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País ou por órgãos de governo, para

uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhe acesso às informações disponíveis, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas

internacionalmente”, determina a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (nº 13.146/2015).

Oferecer websites acessíveis, no entanto, ultrapassa as exigências da legislação. Trata-se de uma estratégia de negócios que pode ampliar muito as vendas

porque essa transformação abre as portas da empresa (ou loja) para mais de 45 milhões de pessoas com deficiência (Censo IBGE 2010).

Há uma parcela substancial da população brasileira (24%) que tem poder de compra e busca produtos de qualidade, mas enfrenta barreiras, principalmente

no comércio eletrônico, quando a acessibilidade é tratada como secundária e menos importante, avaliada como custo extra e não como investimento.

É fundamental compreender que pessoas com deficiência são constantemente impedidas de ir e vir porque a acessibilidade urbana quase não existe. E a internet

é uma aliada essencial para buscar informações, resolver problemas do cotidiano, como ferramenta de comunicação e também para fazer compras.

Ignorar a importância da acessibilidade na web tem o mesmo impacto de manter a porta de uma loja física trancada e com as luzes apagadas em dia de bom

movimento.

Para ampliar as formas de acesso e garantir a todas as pessoas com deficiência uma experiência completa e satisfatória no comércio eletrônico, nas relações

corporativas e na socialização, duas empresas especializadas brasileiras em tecnologia assistiva – eSSENTIAL ACCESSIBILITY e Hand Talk – uniram forças.


A eSSENTIAL ACCESSIBILITY tem um aplicativo (browser) acessível gratuito (baixe aqui) com controle de cursor por face tracking, soluções de substituição

de toque, mouses alternativos, posicionamento de cursor easy grid, ajuda de clique visual, leitor de tela, controle de cursor por voz e comando de joystick

da cadeira de rodas, além de oferecer um serviço de Compliance em Acessibilidade Web, com um time de especialistas fazem uma avaliação detalhada de web

e mobile, com base no Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0 Level AA Compliance, indicando as melhores soluções para tornar todos os meios digitais

acessíveis.

Hand Talk é especializada em acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva, com destaque para o aplicativo que faz que traduz texto e voz automaticamente

para Libras (Língua Brasileira de Sinais), com média de 150 mil usuários ativos por mês e 1,5 milhão de downloads desde sua criação, em 2012. Após a ativação

da janela de acessibilidade, o usuário é apresentado ao Hugo, intérprete virtual que faz a tradução usando um banco de sinais (o maior do País entre os

aplicativos e sites semelhantes, segundo a empresa).

As empresas pretendem fazem um intercâmbio de especialidades, apresentando todas as soluções para as duas carteiras de clientes, seja de forma simultânea

ou em encontros individuais.

Entre as empresas que usam as soluções da Hand Talk e da eSSENTIAL ACCESSIBILITY estão Bayer, Cervejaria Colorado, Magazine Luiza, Riachuelo, Avon, ViaQuatro,

Pinacoteca de São Paulo e Natura (única empresa brasileira presente por dois anos seguidos no índice global de Diversidade & Inclusão (DI) da Thomson Reuters).


Fonte:
brasil.estadao.com.br/blogs/vencer-limites/uniao-de-especialidades-para-ampliar-acessibilidade-na-web/

Brinquedo estimula alfabetização de crianças com deficiência visual

Foto por Lucas Sabino / Especial / A Tribuna (Foto: Lucas Sabino / Especial / A Tribuna)Clique para Ampliar
Gabriel Bosa
Aalfabetização é crucial para a inclusão na sociedade. Se para uma criança sem deficiências o letramento pode implicar um período de difícil adaptação,

àquelas que possuem algum tipo de limitação é uma fase ainda mais desafiadora.

As barreiras se tornam maiores diante da falta de materiais adequado para o ensino e orientação. Ciente desta problemática, a então acadêmica de Design

Gráfico da Faculdade Satc, Flávia Aparecida Nesi, desenvolveu um brinquedo para auxiliar a alfabetização e letramento de crianças com deficiência visual.


O quadro é baseado no tradicional conto “Os Três Porquinhos”. O brinquedo é formado por um tabuleiro e seis peças móveis – cada uma em formato e texturas

distintas, como feltro, palha de milho e madeira MDF. Quando a peça é encaixada, parte da história é narrada para a criança.
“Foi feita pesquisa com uma professora de braile e com mais pessoas que vivem esse dia a dia e sabem das dificuldades”, destaca.

O projeto foi idealizado como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sob orientação da professora Cristiane Gonçalves Dagostim. O trabalho começou a ser

desenvolvido no início do último ano e apresentado – e aprovado – em dezembro passado.

Praticidade comprovada

A praticidade do brinquedo foi testada com duas crianças da Escola Básica São Cristóvão, referência na educação de crianças com deficiência visual em Criciúma.

“Foi bem emocionante. As crianças gostaram bastante, as professoras também aprovaram. É um sentimento de muita satisfação”, ressalta a profissional.

A idealização de uma plataforma pedagógica para crianças cegas teve inspiração em uma história pessoal. Uma tia, Elisa Nesi, era deficiente visual, e Flávia,

desde criança, acompanhava as dificuldades enfrentadas para a adaptação ao cotidiano. “Eu convivi muito com ela e sempre tive essa sensação que tudo era

mais difícil para eles”, afirma. “Eu queria fazer m TCC com um objetivo maior, que não fosse apenas um trabalho, mas que pudesse ajudar alguém com aquilo”,

complementa a mulher.

Além das orientações da professora, Flávia também teve apoio do curso de Jornalismo para a gravação e edição da história, e também da Engenharia da Computação

para a criação do circuito eletrônico.

Pisos táteis mal colocados prejudicam deficientes visuais

Instaladas de forma incorreta em muitos casos, as faixas de auxílio reservam armadilhas perigosas no caminho de cegos e pessoas com baixa visão
Por Dilson Júnior
(Felipe Fittipaldi/Divulgação)

Há 37 anos Maria da Glória Souza sai às 8h30 de sua casa, na Rua Cândido Gaffrée, na Urca, em direção ao trabalho, no Instituto Benjamin Constant (IBC),

centro de referência nacional na área da deficiência visual, que fica no mesmo bairro. Às escuras desde os 6 anos, quando um tumor cerebral paralisou e

atrofiou seu nervo óptico, a professora poderia ir caminhando até lá, mas prefere não se arriscar. “Acabo pegando um táxi porque sempre há um buraco novo

ou um carro estacionado em local proibido. Sem falar nas faixas táteis, que deveriam servir de guias e estão instaladas de forma incorreta”, alerta, chamando

atenção para um dos acessórios fundamentais na orientação e mobilidade de deficientes visuais em espaços públicos. Fixados no chão, em alto-relevo, com

cores contrastantes e materiais antiderrapantes, os chamados pisos podotáteis auxiliam na identificação de desníveis, obstáculos e outros perigos, além

de indicarem o caminho a ser percorrido com segurança. Se na teoria foram feitos para ajudar, na prática têm causado muitos problemas. “Prefiro me guiar

pelos muros em certos lugares. Não sei quando posso confiar nos pisos”, conta João Batista Alvarenga, revisor de textos em braile do instituto, onde dá

expediente diário, e morador do bairro do Sampaio, na Zona Suburbana.

Antes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, o programa Rotas Turísticas Acessíveis, capitaneado pela Secretaria Municipal de Turismo, a RioTur,

instalou 4 000 metros quadrados de faixas táteis nas redondezas de pontos turísticos cariocas com o intuito de beneficiar tanto visitantes quanto moradores

da cidade — segundo o IBGE, cerca de 3,1% da população tem algum tipo de deficiência visual. Especialistas afirmam, no entanto, que o serviço foi feito

às pressas, o que resultou em uma série de erros. Vizinho do Pão de Açúcar, uma das atrações contempladas, o entorno do IBC ganhou o piso especial, mas

alguns trechos se tornaram verdadeiras armadilhas (veja o quadro). Outro ponto crítico é o Boulevard Olímpico, onde a passagem do veículo leve sobre trilhos

(VLT) deixa os deficientes visuais ainda mais vulneráveis. Apesar do piso de alerta paralelo ao carril, a grande circulação de pessoas pelo calçadão já

danificou alguns pontos. Em outros, o equipamento nem sequer foi instalado. Ainda há casos em que o pavimento especial foi posicionado depois de uma série

de obstáculos na via. “Nas áreas abertas, como o Boulevard e a Praça Mauá, costumamos ficar desnorteados porque não existem muros ou guias que podem ser

usados como referência”, relata Vitor Alberto, professor de história e geografia do IBC. Procurada, a Secretaria Municipal de Conservação e Meio Ambiente

informou que vai vistoriar os locais. embora as recentes obras de mobilidade urbana apontem para uma sociedade mais inclusiva, o caminho, ao que tudo indica,

ainda será longo.

Jogo dos Sete Erros
Lista de 7 itens
Rampas sem guias rebaixadas são um grande risco. A inclinação adequada das abas laterais é essencial também para cadeirantes, principalmente perto de travessias

1/7Rampas sem guias rebaixadas são um grande risco. A inclinação adequada das abas laterais é essencial também para cadeirantes, principalmente perto de

travessias (Felipe Fittipaldi/)

Além de haver obstáculos em cima da faixa, toda a extensão da rota que liga o Rio Sul ao Pão de Açúcar é escorregadia. Em locais abertos, o piso deve ser

antiderrapante
2/7Além de haver obstáculos em cima da faixa, toda a extensão da rota que liga o Rio Sul ao Pão de Açúcar é escorregadia. Em locais abertos, o piso deve

ser antiderrapante (Felipe Fittipaldi/)

Em frente ao Armazém 2 do Píer Mauá, um problema comum em vários pontos da cidade: o piso está localizado depois de um obstáculo, o que põe o deficiente

visual em risco
3/7Em frente ao Armazém 2 do Píer Mauá, um problema comum em vários pontos da cidade: o piso está localizado depois de um obstáculo, o que põe o deficiente

visual em risco (Felipe Fittipaldi/)

Sem a reposição das pastilhas, a sinalização de alerta nas faixas do entorno do VLT, que mostram por onde passa o veículo, sofre com a falta de manutenção

4/7Sem a reposição das pastilhas, a sinalização de alerta nas faixas do entorno do VLT, que mostram por onde passa o veículo, sofre com a falta de manutenção

(Felipe Fittipaldi/)

Uma corrente de ferro que protege o canteiro da Escola de Guerra Naval é o destino final do deficiente que confiar neste trecho
5/7Uma corrente de ferro que protege o canteiro da Escola de Guerra Naval é o destino final do deficiente que confiar neste trecho (Felipe Fittipaldi/)


Na Estação Parada Candelária do VLT, o piso tátil é da mesma cor que o restante do pavimento. A sinalização deve contrastar para auxiliar também pessoas

com baixa visão
6/7Na Estação Parada Candelária do VLT, o piso tátil é da mesma cor que o restante do pavimento. A sinalização deve contrastar para auxiliar também pessoas

com baixa visão (Felipe Fittipaldi/)

O piso foi posicionado muito próximo ao lancil localizado em frente ao Museu de Ciências da Terra. Qualquer saída mínima da rota pode causar um acidente

7/7O piso foi posicionado muito próximo ao lancil localizado em frente ao Museu de Ciências da Terra. Qualquer saída mínima da rota pode causar um acidente

(Felipe Fittipaldi/)
fim da lista

fonte veja rio

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Lei estadual garante a deficientes visuais adequação para realização de provas e concursos públicos na PB

Lei é válida para todas as provas e concursos destinados ao provimento de cargos e empregos dos órgãos e entidades da administração direta e indireta da

PB.
Por G1 PB
Lei foi sancionada na sexta-feira (5) e publicada no Diário Oficial deste sábado (6) (Foto: Reprodução/Diário Oficial do Estado da Paraíba)
Uma lei estadual sancionada pelo governador da Paraíba na última sexta-feira (5) e
publicada no Diário Oficial do Estado na edição do último sábado (6),
garante para as pessoas com deficiência visual a adequação de condições para realização de provas e concursos destinados ao provimento de cargos e empregos

dos órgãos e entidades da administração direta e indireta da Paraíba.

A lei 11.083/18 é de autoria do deputado estadual Caio Roberto (PR) e assegura, além da adequação das provas para o preenchimento de quaisquer vagas oferecidas

por meio de processo seletivo de acesso ao serviço público estadual, um tempo adicional de uma hora para a realização das provas dos concursos públicos

ou processos seletivos pelos candidatos beneficiários. O tempo adicional é concedido ao candidato com deficiência independente de requerimento.

O deficiente visual pode ainda escolher entre fazer a prova por meio do sistema Braille, com o auxílio de um 'ledor', com auxílio de um computador, através

do sistema tradicional de escrita com caracteres ampliados (para os candidatos com baixa acuidade visual) ou ainda escolher algum outro método que considere

adequado ao seu grau de necessidade.

Segundo a lei, o 'ledor' é a pessoa indicada pela comissão do concurso público ou processo seletivo para, durante a realização das provas, transmitir ao

candidato com deficiência visual o conteúdo das questões respectivas e preencher o cartão-resposta nas provas objetivas, ou a folha de respostas nas provas

subjetivas, reproduzindo fielmente as afirmações do interessado.

As provas realizadas com auxílio de ledor serão gravadas em mídia digital (áudio e vídeo), e seu conteúdo será preservado até o final do certame, podendo

o candidato comdeficiência visual requerer a degravação das mesmas caso exista divergência entre as suas respostas e a marcação ou transcrição do ledor.

A escolha do ledor será feita pela comissão do concurso, com auxílio de órgão ou entidade especializada na educação de pessoas com deficiência visual ou

que tenha por objeto a defesa dos interesses dos deficientes visuais, devendo, no caso de entidade privada, estar legalmente constituída e em funcionamento

há pelo menos um ano.
Uso de computador

Os candidatos que escolherem o auxilio do computador, deverão ter acesso a um equipamento fornecido pela comissão do concurso, ficando proibida a utilização

de computador de outra natureza.

O deficiente visual, deve apresentar também, no ato da inscrição no concurso ou processo seletivo, um laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível

da deficiência e o laudo deve conter o código correspondente da Classificação Internacional de Doença - CID e a provável causa.

No Piauí, pessoas com deficiência poderão adquirir passagens pelo celular

Aplicativo está sendo desenvolvido pela Agência de Tecnologia da Informação do Piauí
Por Valciãn Calixto

Em breve, as pessoas com deficiência poderão solicitar passagens para viagens intermunicipais diretamente pelo celular. A novidade é mais uma inovação

do Governo do Piauí, por meio de parceria entre a Agência de Tecnologia da Informação (ATI) e a Secretaria Estadual para Inclusão da Pessoa com Deficiência

(Seid).

A equipe técnica da ATI vem trabalhando com diversos aplicativos, ao longo dos últimos meses, dentre os quais este que vai facilitar bastante a aquisição

de passagens por pessoas com deficiência. “Esse aplicativo vai contribuir para que a pessoa possa ter o direito de solicitar a passagem quando assim necessitar,

sem precisar ir fisicamente até uma empresa vendedora”, explicou o diretor geral da Agência de Tecnologia, Avelyno Medeiros.

O secretário Mauro Eduardo esclarece que as pessoas com deficiência possuem direito à gratuidade no transporte intermunicipal há dez anos. “Nós temos,

desde 2007, a lei que institui o passe livre intermunicipal às pessoas com deficiência. Essa lei garante o ir e vir das pessoas com deficiência que comprovarem

uma renda familiar per capita de até um salário mínimo, considerando o direito à gratuidade no sistema de transporte coletivo intermunicipal do Estado

do Piauí”, contextualiza.

O decreto que garante a gratuidade é o de número 12.569. A criação da solução tecnológica no contexto da lei trará pontos positivos apontados pelo secretário.

“Com esse aplicativo elas [pessoas com deficiência] podem se programar, pois quando acessarem [o app] pelo celular saberão se naquele dia tem vaga para

o embarque ou não, se não tiver ela já faz o agendamento para outro dia, então esse aplicativo vai facilitar bastante o acesso a marcação dessas viagens”,

disse.

Aplicativos

O diretor Avelyno Medeiros informou também que os APPs já lançados pelo Governo do Piauí e o que ainda serão lançados, desenvolvidos pela ATI, estarão

disponíveis nas demais plataformas, além da Play Store. “Outra novidade é que estamos finalizando, através de um trabalho conjunto com a PGE, a forma de

disponibilizar os aplicativos do Governo para a plataforma IOs para quem usa Iphone, pois como a Apple Store exige que haja um pagamento regular para que

os aplicativos sejam hospedados, esse era um entrave para que pudéssemos disponibilizar nesta plataforma”, contou.

Medeiros afirma que Procuradoria Geral do Estado garante uma condição jurídica para tal. “Agora a PGE nos deu uma condição jurídica de contratar esse serviço

e, a partir daí, vamos ainda este ano disponibilizar esses aplicativos na plataforma virtual da Apple”, finalizou.

Fonte:
Governo do Estado do Piauí Site externo

Caraguatatuba tem projeto para levar pessoas com deficiência a praia

Cidade oferece a partir deste sábado (13) o programa Praia acessível em dois novos endereços, na Prainha e no Jardim Aruan.
Por G1 Vale do Paraíba e região
Caraguá tem programa Praia Acessível em novos locais (Foto: Prefeitura Caraguá/Divulgação)
Caraguatatuba oferece a partir deste sábado (13) o programa Praia acessível em dois novos endereços, na Prainha e no Jardim Aruan, ao lado da Arena Verão.


O projeto disponibiliza cadeiras 'anfíbias', apropriadas para entrar na água, e equipe especializada para acompanhar pessoas com deficiência e idosos no

mar.

Os interessados podem procurar os profissionais, que atuarão aos sábados e domingos, das 9h às 13h, até o dia 13 de fevereiro.

Além dos dois novos pontos, o projeto acontece na Praia do centro. No local, as equipes atendem de terça a domingo, das 8h30 às 16h30, e há outras atividades

adaptadas: handbike, dama, baralho, xadrez, vôlei, caiaque e frescobol.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Fim dos óculos e lentes: implante pode deixar visão 3 vezes melhor

Uma empresa Canadense está desenvolvendo um dispositivo que poderá substituir óculos e lentes com um implante rápido no olho, esse implante pode deixar

a visão 3 vezes melhor! Seria um sonho se tornam real para aquelas pessoas que realmente precisam?
A Ocumetics, criou um a Ocumetics Bionic Lens, são lentes biônicas pode ser implantadas no olho em uma micro cirurgia de apenas 8 minutos, sem muitas complicações.


O implante trata-se de uma solução salina para lavar a lente no olho com uma seringa. Após 10 segundos, a lente se abre, movendo-se sobre a lente natural

do olho.
O material do dispositivo não afeta a fisiologia do olho e torna a visão até três vezes melhor.

A lente promete ainda acabar com os sintomas de dores de cabeça e desconforto enfrentados por pessoas que assistem a filmes 3D ou passam horas na frente

de dispositivos eletrônicos.

O Dr. Garth Webb, que é o CEO da Ocumetics Technology Corporation, passou os últimos oito anos e gastou cerca de US $ 3 milhões – quase R$ 10 milhões –

pesquisando e desenvolvendo a Bionic Lens, obtendo patentes internacionais e garantindo uma fábrica biomédica em Delta, British Columbia, EUA.

Link:
https://zipnoticias.com/fim-dos-oculos-e-lentes-implante-pode-deixar-vis...

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